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Groelândia, parte 2. – Aeroportos.

Kangerlussuaq. Provavelmente, o aeroporto internacional mais estranho no mundo. Antes de mais nada, tente pronunciar o nome. Dificilmente tarefa fácil, não é?

Nunca tinha visto um aeroporto internacional cuja população local é de 500 pessoas. Não 500.000, 500! Bem, agora eu vi.

Já tinham visto um aeroporto no qual para voos domésticos você não passa pela segurança? Você faz o check-in, despacha sua bagagem, e anda para onde quiser, incluindo o saguão de entrada do aeroporto! Quando seu avião está prestes a decolar, você simplesmente vai até ele, sem ter que se afobar com a segurança. Um sonho!

Ok, lá vamos nós a resposta da pergunta número 2:

A Groelândia é um país com o relevo muito acidentado e congelado. Então, construir um aeroporto – no qual você precisa de terreno plano para a pista e distância razoável de grandes formações rochosas para que aviões consigam ganhar altura e pousar em segurança. O local mais adequado para isso foi justamente Kangerlussuaq: um pedacinho de rocha lisa longe das pedras mais próximas. O único problema: a pista só tem 2,8 km!

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CIBERPASSADO: SEXTA PARTE – Falando com a mídia

Na semana passada, percebi que completei um trimestre inteiro em lockdown / isolamento / quarentena. Três meses em casa, com apenas algumas breves viagens ao escritório deserto, além de todo fim de semana na dacha com a família igualmente isolada. Assim como tem sido para todos, uma existência diária muito extraordinária. Para mim (sem aviões/aeroportos, hotéis, reuniões ou discursos, enfim), poucas viagens.

No entanto, tudo é relativo: em três meses, viajamos mais de 230 milhões de quilômetros (um quarto de uma órbita completa da Terra ao redor do sol)! E isso sem levar em conta o fato de que o próprio Sistema Solar viaja a uma velocidade louca. Uma coisa que não mudou muito desde o início do lockdown são as reuniões de negócios – elas simplesmente foram todas transferidas para o ambiente online. Ah, sim: e todos os nossos negócios em geral estão funcionando como de costume, não afetados por vírus biológicos).

Mas chega de conversa fiada; minhas histórias do ciberpassado; desta vez, entrevistas com jornais, revistas, rádio, TV, além de várias outras apresentações públicas. (Lembrei da minha atividade de “relações com a mídia” ao contar sobre minha semana de entrevistas na CeBIT há muito tempo, outro dia, ao compilar minhas lembranças do CeBIT (Ciberpassado: quarta parte). E acontece que tenho muito a contar sobre experiências interessantes conversando com a mídia e falando em público, e tudo mais (muitas coisas divertidas e incomuns, além de, claro, algumas fotos (brilhantes e polidas) também).

E também tenho todo tipo de histórias com a mídia: de discursos em salas praticamente vazias a estádios lotados! Desde pequenas publicações de mídia locais desconhecidas até conglomerados de nomes de família de mídia global de primeira linha! Desde palestras profissionais nas principais universidades e/ou com públicos especialistas em tecnologia até palestras informais sobre as maravilhas da aritmética em um navio indo para a… Antártica via Passagem de Drake!

Certo. Eu acho que o mais lógico é começar pelo início…

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Cybernews: Se a Aramco tivesse nosso antidrone…; e honeypots para parar o malware da IoT!!

Cybernews:

Oi, pessoal!

Recentemente, houve um Cyber ​​News do item Dark Side de proporções gigantescas. Sem dúvida, você já deve ter ouvido falar sobre isso, pois foi noticiado por vários dias recentemente. Foi o ataque de drones à Saudi Aramco que retirou milhões de barris de petróleo por dia e causou centenas de milhões de dólares em danos.

Infelizmente, receio que seja apenas o começo. Lembra daqueles drones que fizeram Heathrow – ou foi Gatwick? – parar há algum tempo? Bem, isso é apenas uma progressão natural. Haverá mais, com certeza. Na Arábia Saudita, os Houthis assumiram a responsabilidade, mas a Arábia Saudita e os EUA culpam o Irã; O Irã nega responsabilidade. Em resumo – o mesmo burburinho de sempre no Oriente Médio. Mas não é disso que eu quero falar aqui – é geopolítica, da qual não fazemos parte, não é mesmo?  O que eu quero falar é que, enquanto as acusações continuam, encontramos uma solução para interromper ataques de drones como este na Aramco. Então, senhoras e senhores, apresento ao mundo … nosso novo Antidrone!

Então, como isso funciona?

O dispositivo trabalha as coordenadas de um objeto em movimento, uma rede neural determina se é um drone e, se for, bloqueia a conexão entre ele e seu controlador remoto. Como resultado, o drone retorna ao local em que foi lançado ou cai abaixo de onde está no céu quando é interceptado. O sistema pode ser estacionário ou móvel – por exemplo, para instalação em um veículo a motor.

O foco principal do nosso antidrone é a proteção de infraestrutura, aeroportos, objetos industriais e outras propriedades de importância crítica. O incidente da Saudi Aramco destacou o quanto é urgente a necessidade dessa tecnologia na prevenção de casos semelhantes, e só vai se tornar ainda mais: em 2018, o mercado mundial de drones foi estimado em US$ 14 bilhões; até 2024, a previsão é de US$ 43 bilhões!

Claramente, o mercado de proteção contra drones mal intencionados vai crescer muito rápido. No entanto, no momento, o nosso Antidrone é o único no mercado russo que pode detectar objetos por vídeo usando redes neurais, e o primeiro do mundo a usar a varredura a laser para rastrear a localização dos drones.

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Cibernotícias: os principais ataques e ameaças do ano

Olá pessoal!

Vamos a mais um cibernotícias – aquela coluna em que falo das fragilidades assustadoras do mundo digital.

Desde a última edição muitos assuntos que merecem atenção se acumularam. Sim, a proporção dos perigos apresentados na coluna realmente cresceu muito. Infelizmente, não percebemos nenhum declínio no número de ataques.

Como veterano em ciberdefesa, afirmo que cataclismas de escala planetária já foram discutidos por quase meio ano. Embora hoje, as notícias corram numa velocidade absurda, de modo que se tornam velhas em um piscar de olhos. “Ouvi dizer que fizeram a limpa naquela empresa, até o hamster do presidente foi levado por um drone”.

O fluxo de cibernotícias está sempre variando, e com seu aumento, o número das notícias que comentamos aqui também aumentará. No passado, eram três ou quatro por artigo. Hoje, teremos: sete!

Já pegou a pipoca/café/cerveja? Lá vamos nós…

1) Infecte um amigo e receba seus arquivos de volta de graça Leia em:Cibernotícias: os principais ataques e ameaças do ano

China: cibersegurança e ferrovias

Wuhan é uma cidade na China central. Fiquei muito animado quando li sobre o local na Wikipédia.

Trata-se de uma cidade sub-provincial, mesmo sendo gigantesca, capital e centro administrativo da província de Hubei.

A cidade cobre uma área de 8500 quilômetros quadrados (cinco vezes maior que Londres!) e tem uma população de 10 milhões (quase tanto quanto Londres). Até para os padrões chineses a taxa e o volume de construções  em Wuhan são muito altos. Distritos gigantescos aparecendo que nem cogumelos depois da chuva. Por enquanto, os novos arranha-céus residenciais estão vazios, mas quando forem preenchidos acredito que a população ultrapassará a de Londres  contando as áreas periféricas. Essa é a China sub-provincial, pessoal!

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Groelândia, parte 5: No cockpit voando para Ilulissat.

A seguir, durante nosso tour pela Groelândia, a cidade de Iluilssat, 550km ao norte de Nuuk, e 200 km do Círculo Ártico. Sim, isso significa que em julho o sol nunca se põe, o que vimos com nossos olhos.

Não existem estradas entre Nuuk e Iluissat (!), então tivemos de apelar para um dos pequenos aviões vermelhos para chegar a cidade. Não tem nada de ruim com isso, já que a vista é simplesmente incrível, isso se você conseguir um assento na janela. Não há reserva de acento mediante a compra de passagem, então você tem de estar no começo da fila para dar essa sorte. Mas isso pode ser um problema, dado o fato de que o portão é anunciado em dinamarquês, depois inglês groenlandês (mais um exemplo de flexibilização da Groelândia, a qual não me deixou muito feliz nesse caso).

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Groelândia parte 3: uma voltinha em Nuuk

Groelândia! Uma ilha grande ao ponto de poder competir com um continente! Só é 3 vezes e meia menor que a Austrália. Contudo, se as geleiras continuarem a derreter nessa mesma taxa, a ilha deve se elevar, já que o peso da ilha será menor. E já que isso vem ocorrendo mais rápido que a elevação do nível do mar, não há de demorar muito antes que a Groelândia se une a América do Norte. Eles terão de preparar uma fronteira em terra com o Canadá!

Os guias locais nos disseram que há dezenas de anos, a Groelândia se elevaria meio centímetro por ano, ano passado, aumentou 4,5 cm.

Aqui estamos na capital da Groelândia, uma das menores cidades capitais do mundo. Você conhece a bandeira da Groelândia? Veja só:

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Moscou sob meu olhar

Quando me perguntam onde moro no mundo, respondo Moscou.  Contudo, moro aqui apenas por 4 ou 5 meses por ano (no resto do tempo estou na estrada a negócios). Nesses meses vejo pouco além do caminho de casa para o escritório e para os três aeroportos internacionais de Moscou.

Vez outra vou ao centro da cidade por esse ou aquele motivo como uma consulta ao dentista,  nossa festa de Natal e Ano Novo, ou à uma clínica para renovar minha vacina contra febre amarela ( necessária em alguns países da América Latina e da África). Fora issi, dificilmente ando por aí. Quem diria?! Eu, que sempre tento turistar nas cidades em que estou a negócios não faço o mesmo na qual eu moro? Estranho.

Decidi mudar isso no fim de semana. Acompanhado por mais dois colegas turistas que tem viajado muito. Era chegada a hora de turistar em Moscou,  pelo menos uma parte – tínhamos seis horas.

Começamos nas Sparrow Hills e terminamos na MolochnyyPereulok, ou Dairy Lane:

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Conheça o KICS, nossa solução de proteção industrial.

Uhul!

Lançamos nosso KICS (Kaspersky Industrial CyberSecurity), nossa solução contra ciberameças especialmente desenvolvida para proteger fábricas, usinas, hospitais, aeroportos, hotéis, armazéns, sua padaria preferida, e milhares de outros tipos de empresas que usam sistemas de controle industrial (ICS). Já que é bem improvável que uma empresa opere sem esses sistemas, não é exagero dizer que apresentamos uma cibersolução para milhões de grandes, médios e pequenos negócios ao redor do mundo inteiro!

Então, qual é a desse KICS? Para que serve? Vamos voltar um pouco…

Antes dos anos 2000, ciberataques de uma instalação industrial representavam apenas uma fonte de inspiração para escritores de ficção científica. Infelizmente, no dia 14 de agosto de 2003, no nordeste dos Estados Unidos e sudeste do Canadá, a ficção científica deixou as cenas de filmes para se tornar realidade:

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Por conta de diversas falhas na rede, 50 milhões de norte-americanos ficaram sem eletricidade – alguns por horas, outros por muitos dias. Muitas razões foram levantadas como justificativa dessa catástrofe fabricada pelo homem, incluindo árvores mal cuidadas, relâmpagos, esquilos, e… efeito colateral de um ciberataque utilizando o vírus Slammer (Blaster).

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Do México à China

Atenção! Estamos transmitindo diretamente do aeroporto de Tijuana! Esse é o começo de um reality show sobre um viajante tentando voar do México à China. Bem-vindos a bordo!

O jeito mais conveniente de chegar na China a partir de Cancun é pelo seguinte trajeto: Cancun -> Cidade do México -> Xangai (com parada para abastecer). Infelizmente, dessa vez, essa rota não funcionou. O aeroporto Pudong de Xangai estava fechado por problemas técnicos: uma neblina daquelas. O que nos redirecionou para a cidade mais ao norte do México, Tijuana, à espera da decolagem.

Essa parte do México é bem remota, muita gente nunca virá aqui ou nunca sequer ouviu falar. Isso tudo só serve para deixar a cidade mais interessante. Tijuana é conhecida como a terceira cidade mais próspera do México (atrás de Cancun e da Cidade do México). Isso talvez se deva à proximidade com os Estados Unidos, bem ali do outro lado da fronteira, possibilitando a instalação de diversos tipos de fábrica, ainda mais por conta da estrutura de saúde barata (mas decente). Além disso, é um dos lugares mais criminalizados do México suprindo drogas e imigrantes ilegais para os EUA. Nada bom…olhando para o centro da cidade (da varanda do meu hotel) tudo parece bem tranquilo – lembra lugares como Califórnia e Flórida.

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Leia em:Do México à China