Mais Arquivos. março 2016

A NOITE DA MARMOTA

Quarto dia na estrada, terceiro país. Moscou -> Barcelona-> Nurembergue -> Milão. Nova cidade, nova programação: reuniões de negócios, entrevistas, palestras. O dia inteiro. Para completar uma correria insana ao aeroporto. Novo hotel, desfazer a mala, cama. Despertador, fazer a mala e pé na estrada de novo. Praticamente, vivendo a noite da marmota em referência ao filme “Feitiço do Tempo” em que o personagem fica preso no tempo. Escolhi noite porque os dias foram todos diferentes e incríveis.

Viajar em voos domésticos torna a tarefa de cumprir horários quase impossível, então a solução foi um Cessna Citation-2 “hummingbird”.

Certa vez, pensei em fazer uma contagem de todas as cidades que visitei nos Estados Unidos e na Rússia para tentar comparar as descobertas. No link, você pode descobrir o resultado. Dessa vez, com a Alemanha usei a mesma abordagem: analisando o mapa, comecei a reunir as cidades em que estive… o resultado foi o seguinte: Hamburgo, HanôverBerlim, Magdeburgo, Bochum, Düsseldorf, Bonn, Wiesbaden, Mogúncia, Eisenach, Wurtzburgo, Nurembergue, Ingolstadt, Munique. 14 cidades, que nem na Rússia. Não contei as paradas em Wolfsburgo, Colônia e Coblença.

Passei por Nurembergue algumas vezes (para a CeBIT em Hanôver depois indo esquiar), mas nunca visitei a cidade em si. Agora consegui. Uma ótima cidade alemã. Bávara. Francônia para ser mais específico.

A propósito, fui afligido por um mal que afeta diversos viajantes frequentes: esqueci o número do quarto. O engraçado é que você consegue lembrar sem dificuldade do número do quarto anterior. Às vezes, você até lembra da senha do Wi-Fi de ontem.  Mas é impossível lembrar o número do quarto atual, nem se sua vida dependesse disso.

Felizmente, essa situação não ocorreria em um hotel pequeno como esse. A equipe conhece os hóspedes e entrega a chave pessoalmente.

O resto das fotos de Nurembergue está aqui.

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TOP-100: Austrália, Nova Zelândia e Oceania

Por incrível que pareça – por conta da distância de tudo – a Austrália e a Nova Zelândia representam a região que mais explorei no mundo.

Estive vários locais que fazem parte da lista desse Top-100, e os poucos em que não fui, planejo ir logo. Você pode não estar acreditando, já que eu digo isso sobre diversos ao longo dessa série. Mas no caso do post de hoje, essa urgência é ainda maior pelo simples fato de que essa região é fantástica! Todos os locais em que estive me deixaram simplesmente embasbacado. Adicione nessa mistura cangurus, coalas e crocodilos, no fim o que você tem é o continente mais interessante do planeta! Tudo bem que esses dois países não representam o continente inteiro – não podemos esquecer do resto da Australásia – por isso continuarei usando o termo, “região”. Prontos? Vamos nessa, pessoal!

  1. Kimberley.

Australianos sempre falam dessa região pouco conhecida de Oz. Finalmente, consegui conhecê-la no verão de 2015.  Não foi nenhum pouco difícil entender o motivo de todo o alarde.

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