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Santorini: sonhos se tornam realidade. Às vezes.

Tenho boas notícias! As escavações arqueológicas de Akrotiri foram retomadas – graças a… nós! (Não que eu esteja tentando encher a bola da KL ou coisa do gênero, mas o que eu diria? Que o dinheiro cresceu em árvores?) E não só as escavações, mas também a restauração dos afrescos e reforço das paredes do assentamento! Somos os principais patrocinadores  das escavações de Akrotiri! Por isso que estive em Santorini semana passada.

Como a conexão entre a KL e Akrotiri aconteceu? Por que a Grécia? Por que Santorini? Por que Akrotiri? Contarei tudo neste post. É uma história longa, mas não tão longa quanto seu planejamento: 13 anos! Leia em:Santorini: sonhos se tornam realidade. Às vezes.

Inteligência Artificial: Verdade Artificial – Aqui e Agora.

Inteligência artificial… Duas palavras que juntas fazem uma verdadeira festa na mente de programadores, fãs de ficção científica e talvez qualquer um com o mínimo de interesse nos rumos do mundo!

Graças ao R2-D2, a malévola Skynet, o fantástico 2001: uma odisséia no espaço, Android pós-apocalíptico sonhando com ovelhas elétricas,  e talvez até o Gary Numan, todo mundo está familiarizado com o conceito de inteligência artificial (IA). Sim, livros, cinema,  quadrinhos… Propagandas de purê de batatas – IA está em tudo isso de várias formas. Ela também aparece em peso no material de marketing de empresas mistas e novas no setor de cibersegurança. Na verdade, existe apenas um local atualmente onde você não a encontra.  A questão é que esse único lugar engloba tudo e qualquer coisa que faça parte do que chamamos de “vida real cotidiana”.

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É senso comum que desde os dias de Alan Turning e Norbet Wiener (isto é,  no meio do século 20), computadores possuíam falhas e limitações.  Eles aprenderam (na verdade, foram ensinados) a jogar xadrez – e melhor do que seres humanos. Também aprenderam a pilotar aviões e carros. Eles ainda escrevem artigos de jornal, caçam malwares e fazem toneladas de coisas úteis – e outras nem tanto. Passam no teste de Turing de modo que provam possuir comportamento inteligente como o de seres humanos. Contudo, um chatterbot simulando uma criança de 13 anos não é capaz de nada além disso –tratando-se no fim de um algoritmo mais uma coleção de informações.  Não é inteligência artificial. Não está convencido? Então, sugiro que você simplesmente dê uma olhada na definição de IA, e depois na de um algoritmo, e perceba a diferença entre as duas. Não é nenhum bicho de sete cabeças.

Estamos testemunhado outra onda de interesse em IA ao redor do mundo. Se essa é a segunda ou milésima? Já perdi a conta…

Leia em:Inteligência Artificial: Verdade Artificial – Aqui e Agora.

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Inteligência artificial: verdade artificial – aqui e agora.

Inteligência artificial… Duas palavras que juntas fazem uma verdadeira festa na mente de programadores, fãs de ficção científica e talvez qualquer um com o mínimo de interesse nos rumos do mundo!

Graças ao R2-D2, a malévola Skynet, o fantástico 2001: uma odisséia no espaço, Android pós-apocalíptico sonhando com ovelhas elétricas,  e talvez até o Gary Numan, todo mundo está familiarizado com o conceito de inteligência artificial (IA). Sim, livros, cinema,  quadrinhos… Propagandas de purê de batatas – IA está em tudo isso de várias formas. Ela também aparece em peso no material de marketing de empresas mistas e novas no setor de cibersegurança. Na verdade, existe apenas um local atualmente onde você não a encontra.  A questão é que esse único lugar engloba tudo e qualquer coisa que faça parte do que chamamos de “vida real cotidiana”.

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É senso comum que desde os dias de Alan Turning e Norbet Wiener (isto é,  no meio do século 20), computadores possuíam falhas e limitações.  Eles aprenderam (na verdade, foram ensinados) a jogar xadrez – e melhor do que seres humanos. Também aprenderam a pilotar aviões e carros. Eles ainda escrevem artigos de jornal, caçam malwares e fazem toneladas de coisas úteis – e outras nem tanto. Passam no teste de Turing de modo que provam possuir comportamento inteligente como o de seres humanos. Contudo, um chatterbot simulando uma criança de 13 anos não é capaz de nada além disso –tratando-se no fim de um algoritmo mais uma coleção de informações.  Não é inteligência artificial. Não está convencido? Então, sugiro que você simplesmente dê uma olhada na definição de IA, e depois na de um algoritmo, e perceba a diferença entre as duas. Não é nenhum bicho de sete cabeças.

Estamos testemunhado outra onda de interesse em IA ao redor do mundo. Se essa é a segunda ou milésima? Já perdi a conta…

Leia em:Inteligência artificial: verdade artificial – aqui e agora.

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Os olhos da terra

Como o planeta observa, er, o mundo [sic.]; digo, onde estão seus olhos? Pode parecer estranho, mas são os telescópios!

Telescópios veem em tamanhos, formas, tipos e usos diferentes: existem telescópios de rádio/gama, diversos modelos de telescópios espaciais e telescópios óticos – que medem mais de um metro de diâmetro.  Desses últimos, apenas algumas dezenas ou centenas ainda existem no mundo. No entanto, os poucos que sobraram, estão em locais adequados. Na verdade, para ser preciso, temos apenas três. Eles podem ser encontrados no Havaí, Deserto do Atacama ao norte do Chile (ainda não estive lá) e nas Ilhas Canárias (estive lá em um rápido fim de semana). Todos os três locais possuem bastante ar puro e seco e condições climáticas estáveis, além de estarem distantes de possíveis ofuscamentos por conta da cidade – condições astronômicas e climáticas ideais.

Em Tenerife, na semana passada, depois da SAS 2016, decidimos que iríamos dar uma olhada nesses grandes telescópios. Já que estávamos lá esperávamos ter um papo com os astrônomos/astrofísicos, saber como os aparelhos funcionam, e tirar as fotos de sempre (onde quer que fosse permitido; no fim era permitido em quase todos os lugares :).

canary-telescope-1

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Leia em:Os olhos da terra

TRÊS PERGUNTAS PARA OS FÍSICOS

Caminhei um pouco na Tanzânia em nossa expedição para o Kilimanjaro – uma semana inteira, na verdade. Isso significa que tive muito tempo – além de conversar com meus companheiros –  ponderar, contemplar e refletir – sobre todo tipo de coisa.

Não pensei uma vez sequer sobre negócios, e esse era um dos objetivos da viagem. Então, naturalmente, minha mente se voltou para coisas não relacionadas com trabalho, como vida e eternidade, natureza, o ser humano, universo – e a insignificância do homem nele. A última reflexão ocorria principalmente de noite, quando eu olhava para as estrelas extraordinariamente brilhantes – bem mais vívidas por serem observadas de uma montanha; bem melhor do que ao nível do mar.

Como disse – muito tempo andando = muito tempo de conversa, incluindo longos papos… comigo mesmo! Todos os tipos de pensamentos diferentes chegaram a minha massa cinzenta, incluindo por exemplo, o seguinte:

A lua fica três centímetros mais distante da terra cada ano (isso é um fato cientifico). Em algum momento, a Terra perderá seu “interesse gravitacional” na lua e se tornará mais um satélite do sol. É possível que as trajetórias da lua e da Terra se interceptarão novamente em algum ponto distante no futuro, e a lua novamente se tornará satélite da Terra. Ou talvez colidirá com a Terra? É difícil calcular…, mas minhas perguntas específicas (relacionadas com isso) são mais fáceis…

Pergunta No. 1

Isso ocorrerá mais cedo do que quando o sol se tornará bem maior, mais vermelho e quente que é agora e acabará engolindo os planetas próximos (Mercúrio, Vênus e Terra) ou depois? O que acontecerá antes: a lua retornará para a Terra ou o Sol engolirá essa pergunta?

Leia em:TRÊS PERGUNTAS PARA OS FÍSICOS