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Santorini: sonhos se tornam realidade. Às vezes.

Tenho boas notícias! As escavações arqueológicas de Akrotiri foram retomadas – graças a… nós! (Não que eu esteja tentando encher a bola da KL ou coisa do gênero, mas o que eu diria? Que o dinheiro cresceu em árvores?) E não só as escavações, mas também a restauração dos afrescos e reforço das paredes do assentamento! Somos os principais patrocinadores  das escavações de Akrotiri! Por isso que estive em Santorini semana passada.

Como a conexão entre a KL e Akrotiri aconteceu? Por que a Grécia? Por que Santorini? Por que Akrotiri? Contarei tudo neste post. É uma história longa, mas não tão longa quanto seu planejamento: 13 anos! Leia em:Santorini: sonhos se tornam realidade. Às vezes.

Monastérios nas alturas

Preciso atualizar meu Top-100 de coisas que devem ser vistas no mundo para Top 101! Não é bem um número redondo, mas o que posso fazer?

O que é tão especial que não pode ficar de fora? O Meteora na Grécia, uma formação de monolitos formando pilares e montanhas parecidos com rochas redondas enormes que nomeia a área. Penhascos se estendendo a 600 metros nas alturas, em diferentes tons de cinzas, com mosteiros no topo das rochas.

Leia em:Monastérios nas alturas

TOP-100: Austrália, Nova Zelândia e Oceania

Por incrível que pareça – por conta da distância de tudo – a Austrália e a Nova Zelândia representam a região que mais explorei no mundo.

Estive vários locais que fazem parte da lista desse Top-100, e os poucos em que não fui, planejo ir logo. Você pode não estar acreditando, já que eu digo isso sobre diversos ao longo dessa série. Mas no caso do post de hoje, essa urgência é ainda maior pelo simples fato de que essa região é fantástica! Todos os locais em que estive me deixaram simplesmente embasbacado. Adicione nessa mistura cangurus, coalas e crocodilos, no fim o que você tem é o continente mais interessante do planeta! Tudo bem que esses dois países não representam o continente inteiro – não podemos esquecer do resto da Australásia – por isso continuarei usando o termo, “região”. Prontos? Vamos nessa, pessoal!

  1. Kimberley.

Australianos sempre falam dessa região pouco conhecida de Oz. Finalmente, consegui conhecê-la no verão de 2015.  Não foi nenhum pouco difícil entender o motivo de todo o alarde.

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  1. Uluru / Ayers Rock.

O monólito vermelho no deserto do outback é literalmente no meio da Austrália. Na verdade, não existe apenas um, mas três – alinhados: Kata Tjuta 25 quilômetros de distância de Uluru e 90 quilômetros depois, Conner. Todos eles bem distintos e com paisagens belíssimas. Estive nos três! Nos próximos links estão as fotos apenas, o texto está em russo: um, dois, três.

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  1. A Grande Barreira de Corais.

Estive perto dessa, na Ilha Hamilton (só fotos) em Queensland, mas não na barreira de fato. As fotos são épicas e extraordinárias. E é claro, preciso ir lá logo. 🙂

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  1. Great Ocean Road.

Provavelmente a maior estrada oceânica do mundo. Penhascos incríveis, paisagens de arenito exuberantes, pontes e arcos impressionantes, surfe, areia, sol e o deserto sem fim. Destaque para os Doze Apóstolos. Mais detalhes aqui.

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  1. Tasmânia.

Recomendada diversas vezes pelos australianos.  As fotos tornam qualquer convencimento desnecessário. Um canto do planeta realmente atraente!

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  1. Nova Zelândia.

Um par de ilhas com beleza muito original que não se restringe a suas paisagens naturais, mas também a sua zona rural. A NZ possui o mesmo caráter bem planejado da Europa Ocidental com uma vivacidade única aliada as cores naturais por todos os lados. Até as ovelhas parecem pentear a lã antes de sair de casa :).

As ilhas são de tamanho e contraste considerável, e ao meu ver, precisam ser tratadas separadamente em uma lista como esta. Mesmo assim, já que virou costume se referir a beleza das ilhas como representantes da Nova Zelândia, seguirei essa tendência e agruparei as duas. MUITOS detalhes aqui

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Talvez um dos lugares mais fascinantes nessas ilhas remotas do outro lado do mundo (para grande parte das pessoas) é sem dúvida Hobbiton. Ainda mais se você for fã de Senhor dos Anéis.

Hobbiton.

Sim, o lugar existe e é aberto a visitas.

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Vulcões e fontes geotermais nas ilhas do Norte: Te Puai, Waimangu, Wai-O-Tapu, e Tongariro.

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Vulcões em Waimangu.

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Geotermais de Wai-O-Tapu

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Tongariro.

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Moeraki Boulders.

Como essas bolas de pedra gigantes vieram parar aqui ninguém sabe. Globos misteriosos similares podem ser encontrados na Costa Rica e na Terra de Francisco José. (que frio!) Por que será?

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Monte Cook, Parque Nacional Aoraki

Montanhas, penhascos, geleiras, lagos – tudo com uma beleza de tirar o fôlego.

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Milford Soun.

Fiordes hipnotizantes, penhascos e cachoeiras.

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  1. Havaí.

A cordilheira vulcânica de origem incomum, possui vulcões ativos com lagos de lava fluindo constantemente, o lindo Oceano Pacífico e toda sua vida marinha, toneladas de floresta tropical. Um lugar realmente incrível. Estive em Maui e Big Island.

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  1. Taiti, Polinésia Francesa.

Preciso conhecer esse lugar de qualquer forma, mesmo que a razão seja um pouco ambígua: localizado literalmente no meio do nada, bem no centro do Oceano Pacífico. Contudo não é difícil achar razões para visitá-lo olhando para as fotos. 🙂

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Faixas bônus.

Blue Mountains National Park, Austrália.

Paisagens lindas infinitas. Não é muito isolado, possui cavernas incríveis.

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Ilha Fraser, Austrália

Diversos australianos me falaram sobre a beleza incomparável da orla dessa ilha que se estende para o oceano circundante, impossível não admirar as praias e por aí vai…

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E isso, caros leitores, finalizo aqui a Austrália e os arredores. Mas ainda temos o resto do nosso TOP 100 mesmo não tendo mais continentes! Tudo será explicado no próximo post – o último da série (dessa vez para valer!).

TOP 100: ÁFRICA

África. A palavra por si só já evoca visões de tudo que há de exótico. Um continente excepcional, praticamente indescritível. Com diversos lugares que se enquadram na categoria must-see:

  1. Deserto do Saara

Como se precisasse ser dito: o maior deserto do mundo. Sua mente explode, gradual e intensamente, especialmente no pôr do sol (eu estava dormindo no nascer do sol). Vi o deserto na Tunísia. Areia, dunas, lagos de sal, miragens, oásis. Aí sim!

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Leia em:TOP 100: ÁFRICA

TOP-100: ÁSIA

O que recomendo em meu Top-100 no resto da Ásia, fora a China e o Oriente Médio? Aqui vamos…

62. Taj Mahal, Índia.

Um mausoléu feito de mármore branco – a tumba da esposa favorita do Imperador Mogol Shah Jahan. Se você olhar mais de perto no Google Maps, aqui, no outro lado do rio do lado oposto ao Taj Mahal, você pode ver traços da preparação de um segundo Taj Mahal. Esses vestígios representam o quão longe os planos para um prédio espelhado no mausoléu chegaram – o prédio reflexo seria de mármore preto. Reza a lenda que o Império Mogol simplesmente não possuía os recursos necessários para financiar o gasto desse túmulo fora de proporções, então o padishah (imperador) foi deposto por seus assistentes, o que trouxe o projeto de seu Taj-2 a uma parada abrupta.

Um local mágico, especialmente, se o contrastarmos com seus arredores rurais menos régios. Recomendo um tour individual com guia pessoal e minivan de modo a evitar ser chacoalhado violentamente em um ônibus comum.

Detalhes aqui (fotos. Texto em russo.)


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Leia em:TOP-100: ÁSIA

TOP 100: China

Então, por que a China (bem como a Rússia) ganham um Top 100? Fácil: as belezas naturais únicas aqui são indescritíveis. Curiosamente, elas dificilmente são conhecidas fora do país.

O porquê disso, eu não tenho certeza. O que tenho certeza é que a China não parece fazer nada para atrair estrangeiros para o país. Parece que o país não tem de fazê-lo. Supõe-se que o governo já tem o suficiente para se preocupar com as centenas de milhões de pessoas que vivem no país. Dessa forma, muitos desses lugares, não importando o quanto são incríveis, nem possuem uma página no Wikipédia. Eles só se tornam conhecidos por meio um turista estrangeiro esquisito (mesmo!) ou dois que acidentalmente toparam com eles durante sua viagem de peregrinação pelas terras selvagens do país. E esse tal turista esquisito é (até uma certa extensão, até porque eu não cheguei a ver tanto assim do país) ninguém mais ninguém menos que eu! Porém antes de chegarmos nesses locais chineses superexclusivos, vamos tirar algumas atrações turísticas mais óbvias do caminho…

 

52. Grande Muralha da China.
Já me disseram que há várias gerações, as pessoas podiam ir de uma ponta a outra da muralha por vários dias! Infelizmente, hoje em dia isso não é mais possível: Autopreservação é a palavra de ordem. Apenas um pequeno trecho da muralha é aberto para visitantes. Entretanto, ainda é completamente válido passar por lá, e não só para dizer que já foi: não existe outra muralha como essa no mundo. Completamente única.

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53. Cidade Proibida

Uma das poucas antiguidades chinesas poupadas na Revolução Cultural Chinesa. Sem dúvida, um dos pontos imperdíveis. Infelizmente, além dela, não existe nada muito notável em Pequim (até onde eu sei).

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54. Parque Geológico de Zhangye Danxia

Formações multicoloridas de rochas compõe a paisagem montanhosa do lugar, que foi um dos mais votados para ser uma das mais bonitas formações de terra na China, reportado na Wikipédia. As camadas de cores vibrantes se acomodam ao longo das rochas incrivelmente impressionantes! Imagino como diferentes fenômenos meteorológicos as afetam visualmente – digo, quando chove ou quando o sol está forte.

A propósito, as rochas aqui consistem no que é conhecido como formação Danxia – paisagens compostas por acamamentos avermelhados caracterizado por escarpas (-Wiki), as Danxias recebem sua própria colocação no meu Top-100 – No. 57, mais abaixo. Estive lá bem recentemente (Outubro 2015) e fiquei embasbacado pela beleza desconcertante do lugar.

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55. Huanglong
Piscinas turquesa formadas por depósitos de calcita que não perdem nada para as Pamukkales da Turquia. Os locais dizem ser melhor visitar o lugar em outubro, já o resto do ano (!) o tempo será um impedimento relevante. É sempre bom ouvir os conselhos dos locais, fui lá em outubro de 2015. E fiquei sem dúvida abismado pela beleza fora de série.

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56. Wulingyuan
Colunas de rochas imensas com um ar cênico na Província de Hunan: tão incríveis que inspiraram o set de Pandora do filme Avatar. Não recomendado para quem for suscetível a vertigem.

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57. Danxia da China
Montanhas multicoloridas em diferentes partes da China. Paisagens de outro mundo – pelo menos nas fotos; eu só estive no parque geológico, como mencionei.

A propósito, Danxia soa como uma forma latinizada da palavra Pinyin ‘dānxiá’. No entanto, quando pronunciada corretamente em Pinyin, soa mais como “dansya”.

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E agora alguns subtópicos de Danxian:

 

Monte Chishui

A maior das obras de arte de Daxian. Além disso, é conhecida como a mais variada. Possui montanhas, florestas, cachoeiras e muito mais. Também há as esculturas rupestres de Dazu – esculturas budistas antigas encravadas na face da rocha.

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Monte Langshan
Um local espetacular de outro mundo. Quase um labirinto gigante, cujos caminhos são divididos em montanhas parecidas com colunas. Impressionante.

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Monte Danxia
Esse local serviu de inspiração para dar nome a todo o parque geológico. Então ele é fadado a ser incrível no que diz respeito a grandes colunas de rocha arenosa avermelhadas. E ao ver as fotos, percebe-se que de fato é. A propósito, Danxia em chinês significa “raios de sol vermelhos”.

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Taining
Esse lugar é difícil de achar na Internet. Não tem nem uma página no Wikipédia! Mas claro que isso o deixa ainda mais atraente! Escondido, na China desconhecida!!

Claro que não perde nada no quesito beleza natural, um dos sites (uma vez que você consegue encontrá-lo) até afirmou ser o lugar mais fantástico na extensa lista de lugares fantásticos em Daxian. Basicamente, é uma coleção de centenas de vales grandes e pequenos em meio as formações de rocha avermelhadas + cavernas + cachoeiras + rios e lagos pitorescos. E como se toda essa beleza natural não fosse suficiente, ela ainda tem de quebra doses de herança cultural budista, taoísta e confucionista.

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Monte Longhu

O Monte Longhu é considerado o berço do Taoísmo então, além das paisagens incríveis, prepare-se para grandes monumentos culturais nesse sentido.

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Monte Jianglang
Três dedos apontados para o céu. Mais ou menos. Na verdade, três colunas de 300 metros, além de incontáveis cavernas, incríveis cachoeiras, e monumentos de herança cultural.

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58. Rio Li
Paisagens da Montanah Karst com cavernas. As fotografias gritam originalidade. Imperdível.

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59. Shilin/ Floresta de Pedra
Parque vasto de colunas de pedras. Potencial fotográfico fantástico. Detalhes aqui.

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60. Monte Hua
Dois quilômetros de trilhas pelas montanhas ao longo de diversos picos, levando através de antigas instalações Tao. Um sonho para qualquer aventureiro!

 

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61. Lhasam região autônoma do Tibet
A capital antiga do Tibet. Sacra. Santa, Imperdível.

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Faixas Bônus:

Exércitos de Terracotta

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Monte Kailash

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Um terceiro jeito de fotografar

Alguns meses atrás, passei mais ou menos uma semana na China visitando áreas menos visitadas por turistas “não-chineses”. Foi fantástico – foi como se sentir “exclusivo” e ter uma experiência “nativa” de verdade. Dei o meu melhor para conservar o máximo possível da experiência na minha memória – digo a minha própria memória; porém não dá para comparar a memória humana e digital nos dias de hoje, especialmente, com uma delas desaparecendo rapidamente. Então, se você não consegue vencê-los, junte-se a eles. Foi o que eu fiz: Usei vários gigabytes de memória digital fotográfica, mas não em uma câmera SLR super pesada, mas sim na minha nem um pouco especial Sony de bolso – minha “saboneteira” como eu costumo dizer. Então eu adicionei todas elas ao meu arquivo para referência futura, para driblar minha memória nos próximos anos…

Come eu disse, a viagem à China foi fantástica. Foi tanta beleza de tirar o folego que não caberia no visor da minha “saboneteira”. Eu já sofria com essa falta de potência com a qual eu insistia em viajar com a já mencionada câmera por conta do pouco peso dela, mas eu realmente nunca me importei. Mas esse “sofrimento” teve um fim rápido e inesperado na China. Especificamente, em Jiuzhaigou…

…Enquanto eu estava lá, eu finalmente tive pena dos meus companheiros de viagem, A. Sh, que já estava arrastando consigo durante a viagem inteira a sua bolsa grande e pesada contendo sua câmera Nikon. Eu até peguei a bolsa, tentando tirar o peso de seus ombros por um tempo. Mas aí fiquei curioso. Comecei a experimentá-la, virando botões e lentes e até mesmo apertei o botão para fotografar. De volta ao hotel naquela noite, dei uma olhada nos resultados no meu laptop. E foi aí que eu tive meu momento eureca. Olhando para aquelas fotos semiprofissionais, não pude acreditar que eu tinha sido o fotógrafo, e decidi naquele momento que os dias da saboneteira tinham chegado ao fim. Era hora de atualizar/revisar/trocar-paradigma/mudança-tectônica! Não importa o quão pesada e pouco prática, vale a pena!

Leia em:Um terceiro jeito de fotografar