O Panóptico da Patente de Darwin- Parte 3.

A ingenuidade humana nunca para de me surpreender, isso sem falar na burrice. Veja isso:

Não, sério. Esse diagrama consta na patente estadunidense para uma “máquina de chutar bundas”.

Mas espere – melhora quando tudo é descrito em palavras!

“O chutador de bundas é bem ergonômico com diversas repetições de chutes, velocidades de operação, amplitude ou altura do círculo de chute, magnitude da força, impacto e energia controlados pelo operador do chute. Essa invenção se trata de uma máquina nova e única de usos múltiplos que variam de diversão para arrecadação de fundos, e de motivação a disciplina. Os objetivos são também muitos, para inspirar ‘criatividade, e ser usada para modelos de dispositivos futuros e trabalhos artísticos”. 

A propósito, existe toda uma indústria (bem quase) dedicada a administrar chutes cuidadosamente espaçados no traseiro. Mais um esquema desse tipo de engenhoca descoberta na base de dados de patentes (quem procura, acha):

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Sete livros para começar 2017 com tudo

Regularmente me perguntam quais livros se deve ler para se construir uma carreira de sucesso. Estudantes, start-uppers, gerentes, donos de negócios, – todo mundo quer uma lista de livros! – todo mundo quer uma lista de referências. Sem problema, eu tenho a resposta. Contudo, não acredito que alguém possa se tornar um empreendedor por meio da leitura de livros, não importa de onde venha a recomendação. Ainda assim, existem ótimos livros por aí cuja leitura não machucará; falarei sobre oito neste artigo…

Divido livros de negócios em duas categorias.

A primeira auxilia leitores com o que precisa ser feito para se contruir um negócio de sucesso; a segunda – o que não fazer. Às vezes, a linha entre essas duas coisas não é muito clara, mas levando em conta livros dos dois grupos, leitores podem evitar perder tempo e recursos em atividades sem futuro.

Na verdade, existe uma terceira categoria de livros – trabalhos de empreendedores célebres ou líderes de governo, que instruem pelo exemplo como as coisas devem ser feitas. Esse tipo de livro tende a ser bem generalista, já que cobrem um largo espectro de problemas de negócio, além de situações imprevisíveis, ao mesmo tempo que demonstra possibilidades ilimitadas – mesmo que pouco claras. Não contém planos concretos, mas ainda ssim são válidos.

Muitos livros em minha lista foram escritos tem bastante tempo – alguns no milênio passado – de modo que industrias e tecnologias dos anos 2000 não são mencionadas. De qualquer forma, os livros ainda são relevantes nos dias de hoje. Suas ideias principais podem ser aplicadas facilmente na realidade digital. Estamos em uma era de novas tecnologias, mas a natureza do homem continua a mesma, e as pessoas tendem a repetir os mesmos erros. Nem todo mundo, claro. Outros fazem as coisas certo e suas empresas se tornam reconhecidas com líderes respeitados. Que é meu desejo para todos.

Ok, lá vamos nós. Boa leitura – deste artigo e dos livros nele citados.

Jim Collins, Good to Great: Empresas feitas para vencer

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Diria que esse é o livro mais importante na minha biblioteca empresarial. Com lingugaem clara e com diversos exemplos acessíveis, o autor analisa de forma convincente as características comuns encontradas em diversos tipo de líderes. Esse livro é  um dos poucos que se enquadra na categoria um: como construir um negócio.
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O primeiro campeonato mundial de cibersegurança

Sempre gostei de competições. Também admiro bastante gente urpreendente. Assim como gosto de premiar esse tipo de pessoa da forma que considero apropriada. Gosto ainda de coisas que me deixam de boca aberta. Quando apesar de acharem que não vai dar certo, tentam mesmo assim e no fim acabam não apenas gostando, mas sim amando a experiência!

Bem, tudo um pouco abstrato até agora. Tentarei ser um pouco mais concreto…

Nossa última novidade de cair o queixo é… um jogo simulador de cibersegurança para desktop! Nunca ouviu falar disso antes? Não teria nem como, já que nunca foi feito.

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O nome é KIPS – sigla em inglês que significa algo como Simulação de Proteção Interativa Kaspersky. Trata-se de um jogo de simulação de estratégias em cibersegurança, que dura por volta de duas horas e tem por objetivo encorajar a iniciação de habilidade de análise e o entendimento de medidas de cibersegurança.  Devo dizer, não esperava que a KL entrasse no mercado de jogos. Mas por que não, se serve para passar a mensagem? Saímos da inexperiência para  uma startup de jogos com pouca experiência em pouquíssimo tempo.

E na quinta – primeiro de dezembro – ocorrerá o primeiro campeonato mundial no KIPS!

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A história incalculada das calculadoras mecânicas

Meu encontro com o Papa reviveu em minha memória a existência de dispositivos como o aritmômetro. Alguns da minha geração ainda podem se lembrar do dispositivo em uso, já os mais novos o verão como uma relíquia, de tempos bem distantes – de quando ainda não existia Facebook (imagina?), ou internet (O QUE?).

Contudo, o mundo inteiro dependia desse dispositivo analógico pré-digital. Portanto, hoje falaremos de aritmómetros, pois a história vale a pena ser contada, ainda mais quando é interessante e intrigante como essa.

Que invenção! Claro, você pode ler tudo sobre na Wikipédia, mas aqui darei um resumo do que é mais importante na minha opinião.

As calculadoras mecânicas aparecerem… há mais de 2000 anos! Os gregos antigos já as usavam! Não sabia? Eu meio que sim, mas não lembrava de todos os detalhes. De modo que procurei por alguns detalhes para refrescar minhas sinapses.

Vejo só, aí está a belezura! A máquina de anticítera originada há um ou dois séculos antes de Cristo, isso quer dizer mais de 2100 anos atrás!

A máquina da anticítera é um computador analógico ancião que junto com modelos do sistema solar eram usados para prever posições de astros e eclipses para propósitos de marcação de dias e astrológicos, bem como para as olimpíadas, o ciclo dos antigos jogos olímpicos.

Encontrado em uma caixa de madeira de 340x180x190 milímetros, o dispositivo é um mecanismo complexo que consiste em pelo menos 30 engrenagens de bronze. Seus vestígios foram encontrados como um único caroço, depois separado em pelo menos três fragmentos maiores, que agora estão divididos em pelo menos 82 fragmentos depois dos trabalhos de restauração. Quatro desses fragmentos continham engrenagens, enquanto epígrafes foram encontradas em muitos outros. A maior das engrenagens tem quase 140 milímetros de diâmetro e possuía originalmente 223 dentes. (Wikipédia)

Ah, esses gregos!

Avance 1600 anos, e o próximo exemplo de calculadora mecânica foi projetada por Leonardo da Vinci. O dispositivo era uma máquina de soma 16-bit com engrenagens de 10 dentes.

Outra pausa longa – de 120 anos…

Registros sobreviventes de Wihelm Schickard em 1623 reportam que ele teria projetado e construído a primeira tentativa do que viria ser a calculadora atual. Sua máquina era composta por duas tecnologias: primeiro o ábaco feito pelos ossos de Napier, para simplificar as multiplicações e divisões descritas seis anos mais cedo em 1617, para a parte mecânica tinha um pedómetro para realizar as adições e subtrações.

Duas décadas depois…

Blaise Pascal projetou uma calculadora para diminuir o fardo de cálculos aritméticos. Essa foi chamada de Calculadora de Pascal ou La pascaline.

30 anos depois – finalmente…

Uma máquina calculadora foi inventada na Alemanha pelo matemático Gottfried Wilhelm Leibniz. Foi a primeira calculadora que podia executar às quatro operações aritméticas. Sua construção mecânica chegava a ser a frente do seu tempo.  

Depois disso, uma verdadeira corrida armamentista de calculadoras teve início.

 [Em 1674 veio] a máquina aritmética de Samual Morland na qual as quarto regras fundamentais da aritmética podiam ser calculadas “sem ter que gastar seus neurônios ou expor os cálculos à imprecisão”. (vista por muitos como a primeira máquina de multiplicar)

Em 1709…

 [Giovanni] Poleni foi o primeiro a construir uma calculadora que utilizava uma calculadora de ponteiro.

E aí vem os aritmómetros.

O aritmómetro de Thomas de Colmar se tornou a primeira calculadora mecânica comercialmente bem-sucedida. Seu design robusto lhe deu reputação de confiança e precisão o que a tornou um elemento de grande importância na caminhada entre computadores humanos para máquinas de calcular que se deu durante a segunda metade do século 19.

Seu lançamento em 1851 trouxe a calculadora mecânica para a indústria, que finalmente construiu milhões de máquinas até 1970!!! Por quarenta anos, de 1851 até 1890, o aritmómetro foi o único tipo de máquina calculadora em produção comercial e foi vendido ao redor do mundo inteiro. Durante a última parte desse período duas empresas começaram a fabricar clones dos aritmómetros: Burkhardt da Alemanha, que começou em 1878 e Layton do Reino Unido, que começou em 1883. Eventualmente, quase vinte empresas europeias construíram clones do aritmómetro até o começo da Segunda Guerra Mundial.

Enquanto isso na Rússia, na mesma década (1850-1860), Pafnuty Chebyshev  fez o primeiro aritmómetro russo.

Menos de uma geração depois, outro residente russo (engenheiro e imigrante sueco) começou a manufatura do aritmómetro de Odhner

De 1892 até o meio do século 20, companhias independentes passaram a produzir clones do aritmómetro de Odhner, e até 1960 com milhões de exemplares vendidos tornou-se um dos tipos mais bem-sucedidos de calculadora mecânica já desenvolvida.

Avance até 28 de setembro de 2016, e um tal de Eugene Kaspersky dá ao Papa Francisco um dos aritmómetros de Odhner.

 

Sua produção industrial começou oficialmente na oficina de Odhner em São Petersburgo.

Leia em:A história incalculada das calculadoras mecânicas

Internet na China. Ou a falta dela.

Prontos? Preparem-se para o discurso – AGORA!…

Depois de pegar um trem na China, não consegui acreditar no contraste representado por um aeroporto chinês no dia seguinte. E olha que não estou falando de qualquer aeroporto, mas o principal aeroporto internacional da capital da China! O problema foi a Internet. Não seria exagero categorizar o problema como catastrófico.

O aeroporto é imenso, lindo e gigantesco em todos os sentidos (mesmo com os diversos problemas pontuais), com todas as lojas, escadas rolantes, fontes, esculturas… tudo muito contemporâneo, de bom gosto e caro. Tudo ótimo exceto uma coisa: a internet. Mesmo a internet do celular não funciona, mesmo com um SIM estrangeiro, com um número estrangeiro (não chinês), que não esteja a mercê do Grande Firewall da China. Existe um pouco de sinal, mas é tão fraco que nem vale o esforço.

A minha ideia era ficar conectado para escrever algumas observações a respeito das minhas viagens aqui no blog, ou pensamentos sobre assuntos importantes, além de enviar fotos como sempre. Como dizer “Onde está a porcaria da internet?” em chinês. Mandarei fazer uma camisa que vestirei na próxima vez que visitar o país.

Os pensamentos sobre assuntos de grande relevância da semana foram os seguintes:

Vamos falar sobre algo tão essencial para tudo que muita coisa não existiria sem isso. Algo tão vital que sem sua existência a vida perderia muito de seu significado e se tornaria chata e sem graça.

Algo que compõe os alicerces de quase todas as atividades contemporâneas, sem a qual toda e qualquer intenção nobre, a conquista de objetivos valorosos, e a garantia de  um nível razoável de felicidade, tudo, não seria possível.

Já adivinhou sobre o que estou falando?

Ponto para quem disse eletricidade! No que você pensou? (Respostas nos comentários!)

Imagine por um instante o que aconteceria se do nada todas as correntes elétricas parassem de fluir, não estando mais disponíveis nas tomadas – para sempre. Mas para sempre mesmo.

Seria ruim claro. Muito ruim. Mas não seria completamente apocalíptico. A vida continuaria a luz de velas, cavalos e mais velas.

ATENÇÃO – PERGUNTAS DE TESTE! PRÊMIO GARANTIDO PARA A PRIMEIRA RESPOSTA CERTA!

Qual o filme de ficção científica em que aliens hostis e invisíveis que habitam a eletricidade pousam na Terra? E que aí consomem todos os elétrons na rede e até em recursos naturais como trovoadas? Em que no fim o protagonista lamenta que mesmo com o soar dos trovões e a chuva, a terra não terá relâmpago para todo sempre?

PS: algumas fotos do aeroporto de Pequim (consegui chegar em um país com internet).

Essa é uma foto tirada do avião: manhã calma, e uma coluna de fumaça (ou vapor) se elevando no meio de uma nuvem.

Isso é tudo por hoje, pessoal. Voltamos amanhã…

Conhecendo o KasBar

Olá pessoal!!

Aaah- Julho: Deixando tudo pronto no acampamento KL antes da calmaria de Agosto quando a maioria de nós entra deférias- incluindo eu! Nós já tivemos nossa festa de aniversário; Têm muitas coisas do âmbito corporativo acontecendo, que eu não vou entrar no mérito; e tem o ultimo evento de julho: a abertura – finalmente! – do nosso restaurante corporativo no nosso QG! O BarKas. Sim – O “Bar” de “Kapersky”. Nós decidimos por “bar” porque, mesmo que pareça mais um restaurante, é, no espírito da KL, informal e relaxante como um bar, só que melhor. Também, “Kas-restaurante” dificilmente iria pegar. Ainda, por curiosidade, em russo, um “barkas” é… um barco a remo!  “Perfeito”, pensamos : ).

O “teste-beta” do barco a remo foi lá em março desse ano. E logo, ele estava finalmente aberto a tudo e todos (não é um refeitório exclusivo do KL), o que, eu acho, inclui a gente- então decidimos dar uma olhada…

Leia em:Conhecendo o KasBar

Darwinismo em Segurança da Informação: Adapte-se ou morra

“Não é a espécie mais forte que sobrevive, mas sim a mais adaptável à mudança.”-Charles Darwin

Faz tempo que não entro em um dos meus tópicos favoritos aqui – o futuro da Segurança da Informação, esse post mudará isso. Prepare-se para muitas palavras – nenhuma muito estranha – sobre o que há de mais novo no setor de TI, desde tecnologias, mercado ou tendências, além de alguns fatos e visões pessoais. Pipoca na mão e aí vamos nós.

Vou escrever sobre Segurança da Informação ideal e como esta indústria busca evoluir nessa direção (assim como o que está sendo desenvolvido para alcança-la), e como tudo pode ser explicado por meio da teoria da evolução das espécies de Charles Darwin. Como seleção natural leva, certas espécies à dominância, ao passo que outras caem por terra – tornando-se resquícios históricos para os paleontólogos. Também, trataremos de simbiose e parasitismo.

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Começarei com alguns conceitos…

Quase-perfeição em um mundo imperfeito.

Proteção perfeita – segurança 100% eficiente é impossível. A indústria de segurança da informação deve buscar a perfeição, criando nesse processo os melhores sistemas protegidos possíveis. Contudo, cada aproximação aos 100%, não importa se forem em números decimais, resulta em custos exponencialmente maiores – atingindo o ponto em que o custo para proteção excede os danos causados por ataques bem-sucedidos.

A partir disso, é lógico fornecer a seguinte definição para uma proteção mais realista (possível) e ideal (do ponto de vista de vítimas em potencial): proteção ideal é aquela em que o custo de hackear o sistema protegido é maior que o dano potencial. Olhando sob a perspectiva dos criminosos temos uma definição um pouco distinta: proteção ideal é aquela na qual o custo de um ataque bem-sucedido é maior que o lucro obtido pelo hacker.

Claro que existirão situações nas quais o preço do ataque não importará para o agressor; por exemplo, em situações de guerras cibernéticas financiadas por governos. Mas isso não é motivo para desistirmos.

Então como desenvolvemos um sistema de segurança que fornece proteção realista (possível) e ideal (máxima)?

Leia em:Darwinismo em Segurança da Informação: Adapte-se ou morra

TRÊS PERGUNTAS PARA OS FÍSICOS

Caminhei um pouco na Tanzânia em nossa expedição para o Kilimanjaro – uma semana inteira, na verdade. Isso significa que tive muito tempo – além de conversar com meus companheiros –  ponderar, contemplar e refletir – sobre todo tipo de coisa.

Não pensei uma vez sequer sobre negócios, e esse era um dos objetivos da viagem. Então, naturalmente, minha mente se voltou para coisas não relacionadas com trabalho, como vida e eternidade, natureza, o ser humano, universo – e a insignificância do homem nele. A última reflexão ocorria principalmente de noite, quando eu olhava para as estrelas extraordinariamente brilhantes – bem mais vívidas por serem observadas de uma montanha; bem melhor do que ao nível do mar.

Como disse – muito tempo andando = muito tempo de conversa, incluindo longos papos… comigo mesmo! Todos os tipos de pensamentos diferentes chegaram a minha massa cinzenta, incluindo por exemplo, o seguinte:

A lua fica três centímetros mais distante da terra cada ano (isso é um fato cientifico). Em algum momento, a Terra perderá seu “interesse gravitacional” na lua e se tornará mais um satélite do sol. É possível que as trajetórias da lua e da Terra se interceptarão novamente em algum ponto distante no futuro, e a lua novamente se tornará satélite da Terra. Ou talvez colidirá com a Terra? É difícil calcular…, mas minhas perguntas específicas (relacionadas com isso) são mais fáceis…

Pergunta No. 1

Isso ocorrerá mais cedo do que quando o sol se tornará bem maior, mais vermelho e quente que é agora e acabará engolindo os planetas próximos (Mercúrio, Vênus e Terra) ou depois? O que acontecerá antes: a lua retornará para a Terra ou o Sol engolirá essa pergunta?

Leia em:TRÊS PERGUNTAS PARA OS FÍSICOS

A festa de Ano Novo da Kaspersky

Ho ho ho!

Uma vez ao ano, normalmente por volta do fim de dezembro, de repente começamos a nos sentir festivos. Não importa se lá fora só se vê neve branquinha ou o inverno europeu, chuva pesada céu cinza e um vento de gelar os ossos em casa ou no trabalho. Pelo menos você pode se esconder do tempo no estacionamento subterrâneo!

O brilho acinzentado do Norte é a dura realidade antes dos dias que antecedem o ano novo. Melancolia e a “estética da decadência” ©.

Mas não somos o tipo de pessoas que deixam o tempo atrapalhar a diversão! Todo ano sacudimos a tristeza do inverno com bastante força de vontade, e com ajuda dos voluntários, artistas, maquiadores, organizadores de eventos, além de muito ensaio, nos juntamos em um local específico. E sim, essa é a festa de ano novo da Kaspersky Lab! Os resultados falam por si só!


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Leia em:A festa de Ano Novo da Kaspersky

Uma conferência gigantesca na China.

Participei recentemente de uma Conferência muito interessante, nomeada World Internet Conference 2015, Conferência Mundial de Internet em tradução livre, na China. Você pode saber mais sobre a conferência por meio de notícias (se tiver interesse), mas eu tenho a minha própria história para contar.

O evento ocorreu na cidade histórica de Wuzhen, que foi fechada e cercada por um perímetro de segurança em toda a sua extensão de modo que pudesse receber convidados ilustres, incluindo presidentes, primeiros ministros e o presidente chinês Xi em pessoa. Adormeci no caminho entre Shangai e Wuzhen, então, não tenho certeza quantos cordões de segurança nós atravessamos. As estradas em Wuzhen estavam vazias, e as nuvens foram dispersas (ou podem ter se sumido naturalmente). O tempo estava ensolarado, quase gelado e os locais calorentos estavam embrulhados em casacos e cachecóis.

O primeiro dia da conferência foi de matar.

A Conferência começou às oito da manhã, terminando às 11:30 da noite. “Eu quase morri” ©. Porém, eu conheci muita gente interessante 🙂 e fiz um anúncio de negócios importante.

No segundo dia, consegui separar um tempinho para perambular nesse lugar incrível como turista. Foi bem interessante. Na Internet, Wuzhen é chamada de “A Veneza chinesa”. Sim, no início é bem parecida com Veneza, por causa dos canais, pontes e barcos, mas todos eles com um toque chinês e em uma escala muito menor. Você pode andar por toda a cidade histórica em 2 ou 3 horas, e isso reservando bastante tempo para fotografar.

Leia em:Uma conferência gigantesca na China.