Super Fly Finale

Ufa. Uma viagem de três semanas pelos EUA. Tem sido puxado. Tem havido muita perseverança. Mas tem sido divertido. Na verdade, uma pena ter que ir, mas o dever nos chama. Saímos com uma tonelada de fortes impressões, boas memórias e milhares de fotos. Em suma, fizemos o máximo possível dentro do tempo disponível, mas também fizemos questão de nós mesmos aproveitarmos as coisas, parando para sentir o cheiro das rosas e apreciar as paisagens. Agora, de volta ao de sempre: “fazer as malas – táxi – aeroporto…”. E lá vamos nós para a próxima, conto para vocês depois. Parece que vamos ter uma mudança total de paisagem.

O nosso último dia em Nova York foi bastante supremo, vivo: uma coletiva de imprensa formidável, da qual participaram pessoas de todo o mundo – incluindo a estrela Fernando Alonso! Ele está atuando no papel principal no novo clipe de nossa campanha Safeguarding Me (se você soubesse como nós tivemos que proteger sua “tomita” especial – o pequeno amuleto japonês no vídeo – durante as filmagens!). Veja você mesmo:

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De Columbia a Colombo

Olá!

Bem, se geografia não é o seu forte, estou escrevendo em Washington, D.C., e D.C. significa “District of Columbia”. Há outro Washington – o estado de Washington – do outro lado do continente americano, mas que não tem o D.C. Temos também a Colômbia, país da América do Sul; a Columbia University, em Nova York; e Columbo – o detetive da TV louco por capas de chuva beges; para aumentar a confusão, do outro lado do mundo há a cidade de Colombo – a maior do Sri Lanka (antigo Ceilão), de onde falamos hoje.

Nossos três dias em Washington passaram zunindo, com a velocidade de um filme em fast-forward. Muito natural: corremos todo o tempo de um lugar para outro, evento após evento. E quero dizer realmente zunindo, como um esquilo  em uma roda,bem diferente dos esquilos daqui; neste lugar, eles se espalham como reis, altivos, preguiçosos, passeando pelos parques como verdadeiros donos – nenhuma semelhança com os bichinhos assustados com os quais estou acostumado.

Não vou falar sobre todos os eventos dos quais participamos aqui – não há muito o que dizer e, provavelmente, seria uma leitura bastanteentediante! (Em tempo, uma observação para os organizadores/participantes: seus eventos não foram entediantes para mim :). Vou compartilhar com vocês apenas um comentário sobre o Billington Cybersecurity Summit, onde fui falar sobre ameaças cibernéticas. Leia mais informações sobre esse evento aqui.

Pessoalmente, gostei muito de encontrar tantos funcionários de tão alto nível e de discutir com eles em alguma profundidade a questão da segurança cibernética e da luta contra os produtos mal-intencionados na área da computação em todo o mundo. Fiquei agradavelmente surpreso com o quanto esses homens e mulheres – dos quais depende grande parte da política e, por consequência, da segurança dos EUA – conhecem sobre esse assunto e, mais ainda, por descobrir que suas opiniões são bastante semelhantes às minhas. Ufa.

Missão cumprida, chegou o sábado e conseguimos dar uma voltinha para admirar o cenário. Conseguimos até mesmo visitar alguns museus. O National Museum of Natural History não nos entusiasmou muito – aqueles ossos de mastodontes e dinossauros retirados de escavações não pareciam muito convincentes. Já o Air and Space Museum… Ah, sim – esse disse a que veio. Ali há todo tipo de peças interessantes, desde o primeiro avião dos irmãos Wright até o mais recente avião com controle remoto. Lá estão o Messerschmitts, um SS-20, um Pershing, réplicas do Skylab e da Apollo-Soyuz, entre outros. Decidi não tirar fotos – há muitas na Internet. É melhor ver ao vivo, claro.


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Kaspersky Lab: 15º aniversário – o tempo voa!

A Kaspersky Lab está comemorando 15 anos! Acreditem, é muito tempo. 15 anos para a indústria de TI é toda uma geração, ou melhor – são várias gerações.

Em 1997, quando a empresa foi fundada, o nosso principal inimigo era o ciberhooliganismo. No início dos anos 2000, esta ameaça foi superada pelo cibercrime organizado e a nossa tarefa tornou-se ainda mais difícil: do outro lado das trincheiras já não havia um grupo descoordenado de hackers, mas sim grandes estruturas cibercriminosas, transfronteiriças e bem estabelecidas, ganhando milhões de dólares ilegalmente. Hoje, ao cibercrime juntou-se um fenômeno novo e muito mais assustador: a guerra cibernética. Os recentes ataques de ciberguerra, como o Stuxnet, o Duqu e o Flame, mostram que já não se trata apenas de um “negócio”, mas de política: quem está por detrás dessas guerras não o faz por dinheiro. Tem outros objetivos. As atividades da guerra cibernética são muito maiores em escala – ou melhor, em alcance – e a força destrutiva dos ataques também aumentou. Vimos como uma estrutura de TI pouco protegida pode ser explorada para afetar cidades inteiras, indústrias e até países. Entramos numa nova e sinistra era – a da guerra cibernética. O que temos que fazer para enfrentá-la é unir forças numa luta pela segurança a nível mundial.

Para a nossa empresa esta nova era é, sem dúvida, um desafio. O cenário mudou e nós mudamos com ele. Não temos feito outra coisa durante estes 15 anos! Tivemos sempre que lidar com novas ameaças, por isso estamos habituados a estar sempre alertas e a não baixar a guarda nem por um segundo que seja. Não é só uma forma de expressão, é um fato: os nossos colaboradores trabalham 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano, sempre alertas, para garantir a melhor proteção contra todas as ameaças. Durante os 15 anos da nossa história, construímos uma gigantesca base de dados, que contém mais de 94 milhões de amostras de malware e cerca de 300 milhões de arquivos confiáveis, que fazem parte da nossa whitelist.

Tudo começou com o vírus Cascade…