Fórmula EUA

Olá!

Ainda nas estradas da América… com um episódio ainda mais divertido. Dessa vez, voaremos de Nova York e seguiremos para a capital do Texas. Houston? Não. Dallas? Não. Austin? Sim! Por quê? Para ver a Fórmula 1 conquistar a América, é claro!

Até agora, nosso tour pelos EUA passou por lugares como: LA – ArizonaChicago – Louisville – Miami – Boston – Nova York. E agora estamos de volta ao ensolarado sul, dando uma olhada na F1. A competição fez tentativas repetidas no passado de funcionar nos EUA, assim como faz em grande parte dos outros países do mundo, mas nunca com êxito – assim como o futebol também nunca decolou completamente aqui. Porém, a F1 realmente deseja conquistar a Terra Incógnita – de modo tão bem-sucedido quanto, vejamos, o uísque escocês, o vinho francês e a vodca Stolitchnaia! Acho que escolhi o Texas por ser um local ambicioso – desde, claro, que você “não mexa com o Texas” – mas, se eles se derem bem aqui, a América será conquistada!

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Saudações a Harvard

Três semanas na estrada e contando… não, isso não pode estar certo, pois perdi as contas! De tudo. O número de voos, hotéis, cidades, táxis, camareiras simpáticas e, é claro, os zilhões – mais ou menos – de entrevistas, mesas-redondas, apresentações, palestras, reuniões com parceiros e negociações. Estou um pouco confuso em relação ao que e onde dos últimos 21 dias. Se eu me esforçar muito e realmente fizer a velha memória funcionar, alguns bits de dados espaço temporais começarão a aparecer, mas as coisas ainda estão embaralhadas. A melhor maneira de fazer o conhecimento pegar no tranco é examinar meus arquivos fotográficos – minhas próprias fotos pessoais no meu laptop (desculpe, vou mantê-las apenas para mim!) e públicas – no Flickr e no Instagram.

Ontem estávamos no lugar onde o Tea Party liderou nada menos do que a Revolução Americana – Boston. Vou pular a parte de negócios do dia e seguirei diretamente para a parte mais interessante, quando conferimos alguns dos pontos turísticos obrigatórios do local, na verdade, um em particular.

Os subúrbios de Boston, na Comunidade de Massachusetts (título de estado oficial curioso considerando a associação desse lugar com a luta do país com a comunidade original, maior e pior comunidade! Talvez não, afinal, estamos na Nova Inglaterra :), lar da mais antiga, mais respeitada, mais prestigiosa (e tenho certeza de que há muitos outros mais que poderiam ser atribuídos a ela) universidade dos EUA (do mundo?). Claro que estou falando de Harvard, na cidade de Cambridge (não confundir com a cidade homônima do Reino Unido – também lar de uma universidade com muitos adjetivos acompanhados de mais).

Dizer que esse lugar é impressionante dificilmente seria uma surpresa. Claro que impressiona. Há uma aura especial em torno dele – a aura inconfundível do meio acadêmico, algo que eu respeito e do qual tenho boas lembranças (em meu país natal). Uma atmosfera literária mágica em um pano de fundo de arquitetura clássica dos séculos 18e 19. Um luxo!

Não foi à toa que o filme ganhador do Oscar Mente Brilhante foi rodado aqui.

Isso já diz tudo. Deixe que as imagens digam muito mais do que mil palavras poderiam…

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Photostream do Flickr

Instagram

Hotel boutique com arte moderna

Olá!

Ainda estamos nos aventurando pelos EUA… Califórnia, Arizona, Ilinois, Kentucky e assim por diante. Assim como antes, há poucas opções para turismo (bem, com exceção do Arizona, já mencionado), enquanto as oportunidades de trabalho em várias formas e tamanhos são muitas. Ao longo do caminho, nos deparamos com várias anormalidades e atipicidades, invariavelmente fotografadas por D.Z. – antes de você ter tempo de dizer fotogênico (acho que ele está trabalhando em paralelo como fotógrafo de viagens, você sabe. De fato, tenho certeza disso!).

Aqui está uma esquisitice. Essa fica na Cidade dos Ventos:

E nossas descobertas contínuas ocasionais de Kunst (arte) moderna em nossas viagens sofreram outra virada importante quando fomos para Louisville, Kentucky, e visitamos o 21C Museum Hotel. Que lugar! Nunca vi um hotel como esse em todas as minhas longas viagens. Basicamente, como o nome sugere, é um hotel e um museu, repleto de pinturas e esculturas de arte moderna.
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O estado do Grand Canyon – Cont.

O norte do Arizona é famoso por suas paisagens deslumbrantes. Em uma área relativamente pequena, que pode ser percorrida de carro em duas ou três horas, estão três formações únicas de rochas vermelhas.

Primeiro, há o mundialmente famoso Monument Valley, que oferece uma visão panorâmica de uma beleza de tirar o fôlego. Lamentavelmente, não pudemos nos aproximar – só sobrevoar; mas isso bastou para nos inundar os sentidos com a grandiosidade deste lugar.

Depois, vem o Antelope Canyon. É um canyon estonteante – uma grande fenda em rocha vermelha. Aqui, uma de suas imagens:

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Red Rocks é o máximo!

Olá!

Estou há bastante tempo na estrada e há muito tempo não deixo minhas ferramentas (laptop, microfone) de lado para relaxar um pouco num lugar tão bonito, apesar de ter passado por diversos outros lugares interessantes e incomuns pelo caminho. Deixe-me corrigir…

Aqui estamos, no apropriadamente chamado Enchantment Resort, Sedona, Arizona, EUA.

O hotel é muito agradável e os arredores são, de fato, lindos. O hotel tem acomodações espalhadas por todo o vale e vistas lindíssimas de rochedos vermelhos por toda parte. Bonito de tirar o fôlego! E o clima ótimo, naturalmente. O resort também tem um campo de golfe, um spa supostamente incrível (não fui lá experimentar) e uns cervos selvagens que aparecem de vez em quando pelas redondezas. Se você algum dia vier ao ensolarado Arizona, recomendo este lugar.

Como frequentemente acontece nas minhas viagens mais exóticas, uma imagem fala mais do que mil palavras. Então, aí vão algumas fotos. Algumas não, muitas!

More: Red Rocks hotel…

Dia duro de fotos no deserto.

Olá!

Eu amo meu trabalho. Algumas vezes, ele fica realmente divertido. Mas, algumas vezes, ele fica mega-divertido, como hoje…

– No momento, é alta temporada para abastecer o arsenal de fotos corporativas. Então, vamos fazer isso direito e nenhum outro lugar seria melhor do que um ponto remoto do Arizona, é claro! Foi daqui da pista de pouso do Aeroporto de Sedona –em cima de uma colina rodeada pelo deserto – que eu tive uma verdadeira sessão de fotos… que durou seis horas colossais! Nós decidimos deixar o “fotógrafo das celebridades” Jonas Fredwall Karlson tirar as fotos, depois que ele fez um excelente trabalho com o filme para um artigo na Vanity Fair algum tempo atrás. Ele realmente conhece esse negócio!

Aparentemente, Sedona é um lugar popular com visitantes voltados para a Nova Era. Lugar legal. Paisagens incríveis. Lugar incomum! A coisa mais familiar para nós nessas paisagens desconhecidas foi o jato em que voamos: já voamos nele algumas vezes, mas em um aeroporto em cima de uma colina em um local ermo e desolado como este é a primeira vez.

Deixe-me repassar os últimos dias na ordem,

Tudo começou com uma espécie de viagem no tempo ao estilo de – Dr. Who ou De volta para o futuro (assista ao filme). Em 1 de novembro por volta de 17h , horário de Tóquio, nosso voo saiu da capital japonesa e atravessou o Oceano Pacífico para pousar em Los Angeles, Califórnia – às 11h do mesmo dia, 1 de novembro. Doctorin’ the Tardis ou o quê?

Mas depois de um bom tempo ganho, dói dizer que aquilo tudo rolou colina abaixo. Desde o momento em que aterrissamos até deixar o aeroporto, levamos duas (DUAS!) horas esperando em várias filas – controle de passaportes, alfândega… e, para piorar, toda a espera foi coroada com uma dose mortal de “serviço” americano do tipo na verdade não me importo em todos os cantos. Acho que nossas primeiras impressões negativas desta vez foram agravadas apenas porque era – mais tarde daquele dia! – no Japão. Que contraste!

De qualquer maneira, pusemos a mão na massa… Em LA nós tínhamos a agenda lotada (surpresa!). Primeiro, eu falei na UCLA; depois, fomos juntos aos nossos parceiros e festas regionais e, na manhã seguinte, estávamos no avião em direção a Sedona.


Campus da UCLA
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De Columbia a Colombo

Olá!

Bem, se geografia não é o seu forte, estou escrevendo em Washington, D.C., e D.C. significa “District of Columbia”. Há outro Washington – o estado de Washington – do outro lado do continente americano, mas que não tem o D.C. Temos também a Colômbia, país da América do Sul; a Columbia University, em Nova York; e Columbo – o detetive da TV louco por capas de chuva beges; para aumentar a confusão, do outro lado do mundo há a cidade de Colombo – a maior do Sri Lanka (antigo Ceilão), de onde falamos hoje.

Nossos três dias em Washington passaram zunindo, com a velocidade de um filme em fast-forward. Muito natural: corremos todo o tempo de um lugar para outro, evento após evento. E quero dizer realmente zunindo, como um esquilo  em uma roda,bem diferente dos esquilos daqui; neste lugar, eles se espalham como reis, altivos, preguiçosos, passeando pelos parques como verdadeiros donos – nenhuma semelhança com os bichinhos assustados com os quais estou acostumado.

Não vou falar sobre todos os eventos dos quais participamos aqui – não há muito o que dizer e, provavelmente, seria uma leitura bastanteentediante! (Em tempo, uma observação para os organizadores/participantes: seus eventos não foram entediantes para mim :). Vou compartilhar com vocês apenas um comentário sobre o Billington Cybersecurity Summit, onde fui falar sobre ameaças cibernéticas. Leia mais informações sobre esse evento aqui.

Pessoalmente, gostei muito de encontrar tantos funcionários de tão alto nível e de discutir com eles em alguma profundidade a questão da segurança cibernética e da luta contra os produtos mal-intencionados na área da computação em todo o mundo. Fiquei agradavelmente surpreso com o quanto esses homens e mulheres – dos quais depende grande parte da política e, por consequência, da segurança dos EUA – conhecem sobre esse assunto e, mais ainda, por descobrir que suas opiniões são bastante semelhantes às minhas. Ufa.

Missão cumprida, chegou o sábado e conseguimos dar uma voltinha para admirar o cenário. Conseguimos até mesmo visitar alguns museus. O National Museum of Natural History não nos entusiasmou muito – aqueles ossos de mastodontes e dinossauros retirados de escavações não pareciam muito convincentes. Já o Air and Space Museum… Ah, sim – esse disse a que veio. Ali há todo tipo de peças interessantes, desde o primeiro avião dos irmãos Wright até o mais recente avião com controle remoto. Lá estão o Messerschmitts, um SS-20, um Pershing, réplicas do Skylab e da Apollo-Soyuz, entre outros. Decidi não tirar fotos – há muitas na Internet. É melhor ver ao vivo, claro.


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Kamchatka-2012: Peixes, não “phishes”!

Dias 20-22 (6-8). Rafting.

Kamchatka é pouquíssimo conhecido como destino para a prática de rafting: nenhum dos seus rios é muito extenso – no máximo, três ou quatro dias de descida, nada além. Cachoeiras tranquilas, ondas calminhas. Quase todos os rios que conheço nesta região são assim, tranquilos! Sendo assim, o rafting em Kamchatka só é recomendável como complemento a outras atividades, como relaxamento,  uma pausa nos remédios, ou, claro, para se encher de peixe!


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Kamchatka-2012: Tolbachik e a Northern Fissure

Dia 16 (2). Tolbachicando!

Turistas durões são atraídos a Tolbachik na alta temporada da mesma forma que o pessoal que trabalha em escritório não resiste às redes sociais no horário do expediente! Mas este ano havia mais turistas do que o normal – talvez até demais. Em Leningrad Base, onde ficamos, havia mais de cem turistas de diferentes países, com grupos da Polônia, da Alemanha, entre outros. Realmente compreensível, pois há muito o que se ver por aqui. Além do deserto preto-vermelho e dos morros da Northern Fissure, ainda há o vulcão plano Ploskiy Tolbachik – simplesmente imperdível.


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Star City

Olá!

Aqui estamos de novo. Setembro. As férias acabaram e estamos de volta ao trabalho. Para mim, isso significa estar de volta à estrada, ou melhor, ao avião. Nesta temporada, vou continuar com minha rotina de andarilho, mas o itinerário inclui alguns países e eventos novos. Muito bom, teremos novidades aqui! A programação precisa ser realmente flexível, pois, como a experiência tantas vezes mostrou, os planos mudam muito rápido. Neste ano, talvez eu chegue mesmo a quebrar meu recorde – um tanto duvidoso – de 100 voos em um ano. Neste ano, já marquei 59… (mas tenho cautela na contagem, por via das dúvidas).

Entre Kamchatka e o próximo tour eletrizante, eu queria mesmo era ficar quietinho em Moscou, saber exatamente onde estou, me enturmar de novo, pôr os pés no chão e voltar a me familiarizar com a casa e a cidade onde eu, pelo menos no papel, moro. Percebi essa necessidade quando comecei a esquecer qual é o interruptor da cozinha e qual é o da sala! Então, hoje, uma história e imagens de uma viagem a um lugar realmente interessante na região de Moscou: o Yuri Gagarin Cosmonaut Training Center, em Star City. Este lugar é, de fato, impressionante – recomendo entusiasticamente uma visita. Pode-se marcar uma excursão de um dia, na qual eles mostram e informam tudo e até deixam você experimentar e entrar nas naves espaciais nas quais eles treinam os astronautas (que aparecem na sala, andando para lá e para cá, para o delírio dos excursionistas).

Você pode subir e entrar na cápsula de reentrada da Soyuz, na qual os astronautas voltam à Terra. Os guias entram em todo tipo de detalhe sobre missões espaciais e a aterrissagem de volta à Terra, sobre casos específicos e por aí vai… Não vou repetir tudo aqui. Melhor vocês verem e ouvirem tudo ao vivo.


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