Rotas aéreas da América do Sul ao Sudeste Asiático

Ir de Cancun no México para Sanya na China nunca será fácil mesmo com as melhores condições climáticas. Mas não é tão difícil assim. De qualquer forma, essa rota se enquadra na categoria das mais complexas. Juntamente com ela, encontramos as rotas que ligam a América do Sul ao Sudeste Asiático: as rotas dificilmente são diretas e a distância é invariavelmente gigantesca.

Por exemplo, voar de Hong Kong, Bangkok ou Kuala Lumpur para Santiago ou Buenos Aires sempre será um teste de paciência no que diz respeito a horas de voo e número de conexões. Enfatizo o sempre porque todas as rotas disponíveis – quatro – levam aproximadamente o mesmo número de horas para serem completadas.

Pergunto:

Quais são essas quatro rotas comerciais bem distintas que ligam o Sudeste Asiático e a América do Sul? (uma delas não voei ainda). Vamos de Hong Kong para Buenos Aires?

World Map

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Do México à China

Atenção! Estamos transmitindo diretamente do aeroporto de Tijuana! Esse é o começo de um reality show sobre um viajante tentando voar do México à China. Bem-vindos a bordo!

O jeito mais conveniente de chegar na China a partir de Cancun é pelo seguinte trajeto: Cancun -> Cidade do México -> Xangai (com parada para abastecer). Infelizmente, dessa vez, essa rota não funcionou. O aeroporto Pudong de Xangai estava fechado por problemas técnicos: uma neblina daquelas. O que nos redirecionou para a cidade mais ao norte do México, Tijuana, à espera da decolagem.

Essa parte do México é bem remota, muita gente nunca virá aqui ou nunca sequer ouviu falar. Isso tudo só serve para deixar a cidade mais interessante. Tijuana é conhecida como a terceira cidade mais próspera do México (atrás de Cancun e da Cidade do México). Isso talvez se deva à proximidade com os Estados Unidos, bem ali do outro lado da fronteira, possibilitando a instalação de diversos tipos de fábrica, ainda mais por conta da estrutura de saúde barata (mas decente). Além disso, é um dos lugares mais criminalizados do México suprindo drogas e imigrantes ilegais para os EUA. Nada bom…olhando para o centro da cidade (da varanda do meu hotel) tudo parece bem tranquilo – lembra lugares como Califórnia e Flórida.

Tijuana-airport-1

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O nascer do sol em Cancun

A temporada de 2016 está com tudo, eventos de inverno e primavera um atrás do outro. Terminamos, recentemente, nossa Conferência Anual com Parceiros da América do Norte.

Essa edição não foi diferente das outras. Apresentações, reuniões, discussões. Serviços de tecnologia de produto, estratégias, marketing, problemas, oportunidades, ideias. Almoço, diversão, socialização. Dois dias. Cheguei, encontrei o pessoal e mãos à obra.

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De sol a sol. Falando nisso, o nascer do sol é incrível:

#Cancun sunrise #Mexico // Ох уж эти канкунские рассветы!

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DE CARRO PELOS ALPES

Seria um desperdício vir aos Alpes, lar do esqui na Itália, não calçar um par de esquis e tentar a sorte nas rampas em volta do vale. Sem falar que a última vez que esquiei em uma montanha foi em 2012! Costumava passar uma semana ou duas nos Alpes a cada inverno. Hoje em dia, com todos os compromissos de negócios, não tenho mais a chance de subir em um esqui e me aventurar até que meu coração esteja prestes a sair pela boca. Tive sorte dessa vez: três dias e meio de rampas e as paisagens geladas! Os Alpes são fabulosos no inverno! É provável que eles continuem incríveis no verão, mas eu nunca vi por mim mesmo.

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A rare ski experience out of the business hours // Немного укатайки между делами

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Fórmula 1 no gelo

Não tenho certeza de quem foi a ideia, mas faz aproximadamente seis meses que ouvi falar sobre colocarem um carro de Fórmula 1 da Ferrari em uma rampa de esqui. A ideia de dirigir um carro de corrida na neve é tão ridícula que nós e a Ferrari simplesmente tivemos que fazê-la acontecer.

Realizamos o evento no resort de esqui Livigno, em uma altitude de 1800 metros, observados por uma multidão de esquiadores, moradores, turistas e fãs de corrida.

ferrari-f1-2016-livigno-italy-1

#Ferrari #F1 car is now ready for the victory. I'm ready. Are you? #forzaferrari

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Cruzando os alpes de helicóptero

Após minha viagem de Cessna Citation-2, nesse post conto sobre minha excursão em um helicóptero. Esperava que nosso avião pudesse pousar mais próximo do destino, bem no meio das montanhas. Infelizmente, havia muita névoa nos Alpes, e não recebemos permissão para voar até Samedan (sou o único que nunca ouviu falar desse lugar?) Então, fomos direcionados para o aeroporto de Malpensa, em Milão. Esse helicóptero branco nos buscou em Malpensa.

O helicóptero me pegou de surpresa já que heliportos normalmente ficam fora de aeroportos internacionais, ou distantes de terminais, pistas de pouso e pontos de táxi. Contudo, dessa vez o helicóptero pousou próximo do terminal doméstico – você pode ver as caudas dos aviões nas fotos abaixo com as logos da Emirates (A-380), Lufthansa, Aitalia, Swiss Air, etc.

Veio a parte mais inquietante – a decolagem.

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A NOITE DA MARMOTA

Quarto dia na estrada, terceiro país. Moscou -> Barcelona-> Nurembergue -> Milão. Nova cidade, nova programação: reuniões de negócios, entrevistas, palestras. O dia inteiro. Para completar uma correria insana ao aeroporto. Novo hotel, desfazer a mala, cama. Despertador, fazer a mala e pé na estrada de novo. Praticamente, vivendo a noite da marmota em referência ao filme “Feitiço do Tempo” em que o personagem fica preso no tempo. Escolhi noite porque os dias foram todos diferentes e incríveis.

Viajar em voos domésticos torna a tarefa de cumprir horários quase impossível, então a solução foi um Cessna Citation-2 “hummingbird”.

Certa vez, pensei em fazer uma contagem de todas as cidades que visitei nos Estados Unidos e na Rússia para tentar comparar as descobertas. No link, você pode descobrir o resultado. Dessa vez, com a Alemanha usei a mesma abordagem: analisando o mapa, comecei a reunir as cidades em que estive… o resultado foi o seguinte: Hamburgo, HanôverBerlim, Magdeburgo, Bochum, Düsseldorf, Bonn, Wiesbaden, Mogúncia, Eisenach, Wurtzburgo, Nurembergue, Ingolstadt, Munique. 14 cidades, que nem na Rússia. Não contei as paradas em Wolfsburgo, Colônia e Coblença.

Passei por Nurembergue algumas vezes (para a CeBIT em Hanôver depois indo esquiar), mas nunca visitei a cidade em si. Agora consegui. Uma ótima cidade alemã. Bávara. Francônia para ser mais específico.

A propósito, fui afligido por um mal que afeta diversos viajantes frequentes: esqueci o número do quarto. O engraçado é que você consegue lembrar sem dificuldade do número do quarto anterior. Às vezes, você até lembra da senha do Wi-Fi de ontem.  Mas é impossível lembrar o número do quarto atual, nem se sua vida dependesse disso.

Felizmente, essa situação não ocorreria em um hotel pequeno como esse. A equipe conhece os hóspedes e entrega a chave pessoalmente.

O resto das fotos de Nurembergue está aqui.

TOP-100: Austrália, Nova Zelândia e Oceania

Por incrível que pareça – por conta da distância de tudo – a Austrália e a Nova Zelândia representam a região que mais explorei no mundo.

Estive vários locais que fazem parte da lista desse Top-100, e os poucos em que não fui, planejo ir logo. Você pode não estar acreditando, já que eu digo isso sobre diversos ao longo dessa série. Mas no caso do post de hoje, essa urgência é ainda maior pelo simples fato de que essa região é fantástica! Todos os locais em que estive me deixaram simplesmente embasbacado. Adicione nessa mistura cangurus, coalas e crocodilos, no fim o que você tem é o continente mais interessante do planeta! Tudo bem que esses dois países não representam o continente inteiro – não podemos esquecer do resto da Australásia – por isso continuarei usando o termo, “região”. Prontos? Vamos nessa, pessoal!

  1. Kimberley.

Australianos sempre falam dessa região pouco conhecida de Oz. Finalmente, consegui conhecê-la no verão de 2015.  Não foi nenhum pouco difícil entender o motivo de todo o alarde.

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As grandes atrações de Barcelona

Barcelona. Faz tempo desde a última vez que estive aqui, e ainda mais tempo desde que estive no Mobile World Congressfoi em 2012, ou quarto anos atrás. Aos que consideram isso como um pecado, me perdoem. E sim, eu considero um pecado. Dito isso, é bem divertido reler alguns dos meus antigos relatos!

Mas chega de nostalgia – vamos de volta ao presente e a continuação da minha história.

O MWC mudou bastante ao longo de quarto anos. Era um evento bem importante, embora tivesse uma atmosfera local e voltada para celulares e smartphones. Agora a conferência cresceu e tornou uma mega exibição global comparável em tamanho com a CES Las Vegas ou à gigantesca CeBIT  em Hannover… ou como costumava ser. Infelizmente, os participantes internacionais da CeBIT decidiram ir para outro lugar.

A boa e velha mega-CeBIT parou de falar todas as línguas, e agora apresenta apenas exposições de TI em alemão, o que é uma pena. Tudo bem, chega de pessimismo. É chegada a hora de aumentar meu tom de voz.

Já a conferência em Barcelona se tornou algo bem diferente! São oito pavilhões gigantescos, quase todos lotados de estandes e visitantes. É realmente incrível.

Também fizemos parte da Conferência:

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