Um terceiro jeito de fotografar

Alguns meses atrás, passei mais ou menos uma semana na China visitando áreas menos visitadas por turistas “não-chineses”. Foi fantástico – foi como se sentir “exclusivo” e ter uma experiência “nativa” de verdade. Dei o meu melhor para conservar o máximo possível da experiência na minha memória – digo a minha própria memória; porém não dá para comparar a memória humana e digital nos dias de hoje, especialmente, com uma delas desaparecendo rapidamente. Então, se você não consegue vencê-los, junte-se a eles. Foi o que eu fiz: Usei vários gigabytes de memória digital fotográfica, mas não em uma câmera SLR super pesada, mas sim na minha nem um pouco especial Sony de bolso – minha “saboneteira” como eu costumo dizer. Então eu adicionei todas elas ao meu arquivo para referência futura, para driblar minha memória nos próximos anos…

Come eu disse, a viagem à China foi fantástica. Foi tanta beleza de tirar o folego que não caberia no visor da minha “saboneteira”. Eu já sofria com essa falta de potência com a qual eu insistia em viajar com a já mencionada câmera por conta do pouco peso dela, mas eu realmente nunca me importei. Mas esse “sofrimento” teve um fim rápido e inesperado na China. Especificamente, em Jiuzhaigou

…Enquanto eu estava lá, eu finalmente tive pena dos meus companheiros de viagem, A. Sh, que já estava arrastando consigo durante a viagem inteira a sua bolsa grande e pesada contendo sua câmera Nikon. Eu até peguei a bolsa, tentando tirar o peso de seus ombros por um tempo. Mas aí fiquei curioso. Comecei a experimentá-la, virando botões e lentes e até mesmo apertei o botão para fotografar. De volta ao hotel naquela noite, dei uma olhada nos resultados no meu laptop. E foi aí que eu tive meu momento eureca. Olhando para aquelas fotos semiprofissionais, não pude acreditar que eu tinha sido o fotógrafo, e decidi naquele momento que os dias da saboneteira tinham chegado ao fim. Era hora de atualizar/revisar/trocar-paradigma/mudança-tectônica! Não importa o quão pesada e pouco prática, vale a pena!
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Santorini: Uma civilização ancestral e um vulcão adormecido

Olá pessoal!

O destino quis que eu passasse alguns dias numa ilha de Santorini, um dos lugares mais exóticos do planeta, e portanto garantido na minha lista de lugares cuja visita é obrigatória.

Para quem estiver lendo sobre Santorini pela primeira vez, é uma ilha grega no mar Egeu, 100 quilômetros ao norte de Creta e a uns 200km de Atenas, aqui!

Por ser minha terceira vez na ilha, já sei algumas coisas a respeito do lugar, e todas são fascinantes… Então darei uma introdução histórica por aqui, assim você não precisa pular de site em site sem conseguir informações concretas…

Começaremos com o básico: Santorini é uma ilha vulcânica. Mais precisamente, o que sobrou de uma caldeira vulcânica depois de a montanha ter entrado em erupção por anos, junto a um vulcão mais novo e menor que surgiu do mar lentamente e agora preenche a caldeira no centro do arquipélago. As paredes da cratera são incrivelmente altas, com quase 300 metros de altura, feitas de rochas vulcânicas, negras, cinzas, brancas e vermelhas. O resultado é uma beleza surreal, de outro planeta. Uma topografia única.

Também existem praias multicoloridas, distantes da civilização (você precisa pegar uma moto, um carro ou um triciclo para chegar até elas) e outras rochosas (as quais se chega em barco ou a pé). Sem falar da deliciosa comida grega (peixe fresco, montanhas de vegetais, tzatziki) mas se quiser um bife é melhor esperar chegar na ilha principal, Metaxa… Resumindo, um paraíso mediterrâneo. 🙂

santorini4 Leia em:Santorini: Uma civilização ancestral e um vulcão adormecido

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Hotel boutique com arte moderna

Olá!

Ainda estamos nos aventurando pelos EUA… Califórnia, Arizona, Ilinois, Kentucky e assim por diante. Assim como antes, há poucas opções para turismo (bem, com exceção do Arizona, já mencionado), enquanto as oportunidades de trabalho em várias formas e tamanhos são muitas. Ao longo do caminho, nos deparamos com várias anormalidades e atipicidades, invariavelmente fotografadas por D.Z. – antes de você ter tempo de dizer fotogênico (acho que ele está trabalhando em paralelo como fotógrafo de viagens, você sabe. De fato, tenho certeza disso!).

Aqui está uma esquisitice. Essa fica na Cidade dos Ventos:

E nossas descobertas contínuas ocasionais de Kunst (arte) moderna em nossas viagens sofreram outra virada importante quando fomos para Louisville, Kentucky, e visitamos o 21C Museum Hotel. Que lugar! Nunca vi um hotel como esse em todas as minhas longas viagens. Basicamente, como o nome sugere, é um hotel e um museu, repleto de pinturas e esculturas de arte moderna.

O hotel foi completamente reformado para acomodar todo tipo de exposições incomuns…

Alguns palhaços sem circo.

Olá!

No dia 14 de dezembro tivemos nossa tradicional festa de ano novo, não muito longe do KL HQ – em algum lugar no norte de Moscou, no enorme clube Stadium-Live. Cerca de1500 funcionários e convidados da KL de todos os cantos do mundo compareceram e outros 50 KLers mais ou menos subiram ao palco para participar do megashow de músicas, acrobacias e rock teatral (para o qual praticaram seus truques, números de dança e músicas praticamente todas as noites durante dois meses), acompanhados por aproximadamente 30 artistas de circo profissional.

Esse ano, um dos meus sonhos antigos se realizou…

Marrocos: +1

Salam, pessoal!

A lista de todos os países em que estive tem +1 – Marrocos. O total chega a 72, incluindo a Antártica. É aquele tipo de coisa que você vai deixando para acrescentar depois na sua lista, mas acredito que isso seja matematicamente inevitável conforme a lista vai crescendo, e é claro que ela não leva em conta as inúmeras viagens repetidas que fiz a vários lugares…

E aqui estou eu em Marrocos – na cidade de Marrakech (às vezes conhecida como Marrakesh, mas nunca Marakesh/Marakech!). Tivemos nossa conferência anual dos parceiros europeus aqui. Normalmente temos essa conferência em algum lugar da costa europeia do Mediterrâneo, mas neste ano planejamos tê-la do outro lado do mar, ou seja, na costa africana. A conferência foi excelente: dinâmica, divertida, útil, interessante e agradável. E havia uma réplica de carro de corrida de F1 na ocasião.

Mas tudo isso que você está vendo é a parte de negócios da viagem. Agora, vamos à parte cultural…

Super Fly Finale

Ufa. Uma viagem de três semanas pelos EUA. Tem sido puxado. Tem havido muita perseverança. Mas tem sido divertido. Na verdade, uma pena ter que ir, mas o dever nos chama. Saímos com uma tonelada de fortes impressões, boas memórias e milhares de fotos. Em suma, fizemos o máximo possível dentro do tempo disponível, mas também fizemos questão de nós mesmos aproveitarmos as coisas, parando para sentir o cheiro das rosas e apreciar as paisagens. Agora, de volta ao de sempre: “fazer as malas – táxi – aeroporto…”. E lá vamos nós para a próxima, conto para vocês depois. Parece que vamos ter uma mudança total de paisagem.

O nosso último dia em Nova York foi bastante supremo, vivo: uma coletiva de imprensa formidável, da qual participaram pessoas de todo o mundo – incluindo a estrela Fernando Alonso! Ele está atuando no papel principal no novo clipe de nossa campanha Safeguarding Me (se você soubesse como nós tivemos que proteger sua “tomita” especial – o pequeno amuleto japonês no vídeo – durante as filmagens!). Veja você mesmo:

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Fórmula EUA

Olá!

Ainda nas estradas da América… com um episódio ainda mais divertido. Dessa vez, voaremos de Nova York e seguiremos para a capital do Texas. Houston? Não. Dallas? Não. Austin? Sim! Por quê? Para ver a Fórmula 1 conquistar a América, é claro!

Até agora, nosso tour pelos EUA passou por lugares como: LA – ArizonaChicago – Louisville – Miami – Boston – Nova York. E agora estamos de volta ao ensolarado sul, dando uma olhada na F1. A competição fez tentativas repetidas no passado de funcionar nos EUA, assim como faz em grande parte dos outros países do mundo, mas nunca com êxito – assim como o futebol também nunca decolou completamente aqui. Porém, a F1 realmente deseja conquistar a Terra Incógnita – de modo tão bem-sucedido quanto, vejamos, o uísque escocês, o vinho francês e a vodca Stolitchnaia! Acho que escolhi o Texas por ser um local ambicioso – desde, claro, que você “não mexa com o Texas” – mas, se eles se derem bem aqui, a América será conquistada!

Leia em:Fórmula EUA