Sacudindo o barranco!

Escalar a parede de lava do Barranco do Kilimanjaro foi de longe a parte mais legal da nossa escalada de uma semana ao vulcão mais alto da África – isso depois da caminhada final ao topo pelo ponto Stella Artois. Éo bucking broncoof Kili –  já que é tão fácil cair, quanto dar um passo (!): 300 metros de parede elevada (ou o que parece de início)…

Aqui está ela:

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Conquistando o Kilimanjaro

Agora os detalhes da nossa expedição ao topo do Kilimanjaro: fotos, comentários, impressões e descobertas….

Apontar, preparar, ir!…

Dia 1: Portão Lemosho – Mti Mkubwa

  • Altitude: 2400m > 2800m
  • Distância: 4 km
  • Velocidade média: 2km/h

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E lá vamos nós. Ahhhh, tão legal estar na África na véspera de Natal. Com Moscou toda enterrada em neve, a Europa Ocidental fria, molhada e miserável, que lugar melhor para estar? 🙂

Nosso primeiro dia foi bem equatorial para entrar no espírito africano…
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Ho, Ho, Ho: Kilimanjaro!

Durante o Natal (“ho ho ho”) nada melhor que… escalar um vulcão na África? Essa foi minha inquietação em novembro do ano passado…

…. Avançando seis semanas, lá estava eu no pico do Kilimanjaro!

“O primeiro estágio da doença de altitude é a euforia: o indivíduo fica animado, excitado, amável, falante… quase em êxtase. O segundo estágio é a letargia: a pessoa fica desanimada, triste, entediada, quieta e molenga, sem qualquer vontade de conversar ou empatia.”

Essas foram as notas que escrevi baseadas na conversa com o guia na Tanzânia, O.R., logo depois que chegamos ao país. No entanto, ela deixou o próximo estágio de fora (acho que ela não queria nos assustar); então me permita completar: o terceiro estágio é fatal: uma piora rápida do estado físico e mental de alguém e… hmmm, que nem a O.R., eu prefiro não comentar. Deixe-me mencionar o que você precisaria ao se aproximar do próximo estágio: máscaras de oxigênio, medicina injetável e chamar um helicóptero de serviço de emergência.

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TOP-100: ÁSIA

O que recomendo em meu Top-100 no resto da Ásia, fora a China e o Oriente Médio? Aqui vamos…

62. Taj Mahal, Índia.

Um mausoléu feito de mármore branco – a tumba da esposa favorita do Imperador Mogol Shah Jahan. Se você olhar mais de perto no Google Maps, aqui, no outro lado do rio do lado oposto ao Taj Mahal, você pode ver traços da preparação de um segundo Taj Mahal. Esses vestígios representam o quão longe os planos para um prédio espelhado no mausoléu chegaram – o prédio reflexo seria de mármore preto. Reza a lenda que o Império Mogol simplesmente não possuía os recursos necessários para financiar o gasto desse túmulo fora de proporções, então o padishah (imperador) foi deposto por seus assistentes, o que trouxe o projeto de seu Taj-2 a uma parada abrupta.

Um local mágico, especialmente, se o contrastarmos com seus arredores rurais menos régios. Recomendo um tour individual com guia pessoal e minivan de modo a evitar ser chacoalhado violentamente em um ônibus comum.

Detalhes aqui (fotos. Texto em russo.)

SourceSource

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Chuva de Banana

Sempre acreditei que as bananas se encaixavam em uma das três categorias: com casca, sem casca e bem… frita 🙂 Claro, que também existem bananas de tamanho normal e as pequenininhas (bem mais gostosas).

Uma visita à Tanzânia literalmente abriu meus olhos – acontece que o tema relacionado às bananas é bem maior, complicado e diverso do que imaginei.

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Essa é a vista que fizemos nas barracas de frutas e verduras à beira da estrada.
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ANO NOVO EM KILI

Olá para todo mundo nesse ano novo!

Espero que as festas de fim de ano tenham sido boas, sem muitos danos colaterais, e que as férias de verão tenham sido úteis para a mente, corpo e desenvolvimento cultural. Todas aquelas coisas de sempre. Mas agora é hora das histórias de retorno, notas de viagem, relatórios e fotos.

Começar o ano como eu digo seguir em frente – lentamente… Mas é claro!

Você tem que começar o ano com um estouro! Tipo assim:kilimandjaro-intro-1

Não importa com que converso sobre o Kilimanjaro, ou eles já foram ao pico (maioria) ou pretendem ir em um futuro próximo (minoria). Há alguns dias eu me juntei à maioria – no dia 31 de dezembro de 2015, para ser mais preciso, fiquei de pé no ponto mais alto do vulcão. E recebemos o ano novo diretamente de Kili!

Por conta da Internet e do tempo, os detalhes terão de esperar. Por agora, tudo que farei é reclamar um pouco sobre esse tipo de expedição e a preparação necessária que deve ser feita com antecedência e de forma cuidadosa. Não foi fácil.

Pelo mundo em 2015

Ano novo é tudo de bom! Uma das melhores coisas é que é o momento ideal para descansar, se preparar, compartilhar experiências e recarregar as baterias para o próximo ano. Faço isso todo ano (2014, 2013) – é útil de várias formas. Recomendo que todo mundo faça o mesmo e transmita muita energia positiva a todos que estão a sua volta. Então como foi 2015? Bem, vamos ver o que meu notebook diz:

  • Quebrei meu recorde de número de voos – 116 nesse ano, aproximadamente 500 horas e quase 400 000 km no ar. O mês mais intenso foi março com 15 voos.
  • Visitei 23 países, alguns mais de uma vez. Estive principalmente na China, Alemanha e no Reino Unido.
  • Apresentei mais de 50 palestras, mais de 100 entrevistas, 20 conferências de negócios, conheci 6 presidentes, primeiros ministros e ministros.
  • Fiquei hospedado em 41 hotéis.
  • Descobertas do ano: as Maldivas, Guatemala, Gabon, Islândia. E agora tenho 80 países na bagagem.
  • Completei a 9a volta ao mundo. Não durou o ano todo, mas foi bem rápida e cheia de aventuras.
  • Peguei um voo de conexão no SVO pela primeira vez.
  • Fiz 50 anos “na estrada” mais uma vez.

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Leia em:Pelo mundo em 2015

A festa de Ano Novo da Kaspersky

Ho ho ho!

Uma vez ao ano, normalmente por volta do fim de dezembro, de repente começamos a nos sentir festivos. Não importa se lá fora só se vê neve branquinha ou o inverno europeu, chuva pesada céu cinza e um vento de gelar os ossos em casa ou no trabalho. Pelo menos você pode se esconder do tempo no estacionamento subterrâneo!

O brilho acinzentado do Norte é a dura realidade antes dos dias que antecedem o ano novo. Melancolia e a “estética da decadência” ©.

Mas não somos o tipo de pessoas que deixam o tempo atrapalhar a diversão! Todo ano sacudimos a tristeza do inverno com bastante força de vontade, e com ajuda dos voluntários, artistas, maquiadores, organizadores de eventos, além de muito ensaio, nos juntamos em um local específico. E sim, essa é a festa de ano novo da Kaspersky Lab! Os resultados falam por si só!


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Leia em:A festa de Ano Novo da Kaspersky

Uma conferência gigantesca na China.

Participei recentemente de uma Conferência muito interessante, nomeada World Internet Conference 2015, Conferência Mundial de Internet em tradução livre, na China. Você pode saber mais sobre a conferência por meio de notícias (se tiver interesse), mas eu tenho a minha própria história para contar.

O evento ocorreu na cidade histórica de Wuzhen, que foi fechada e cercada por um perímetro de segurança em toda a sua extensão de modo que pudesse receber convidados ilustres, incluindo presidentes, primeiros ministros e o presidente chinês Xi em pessoa. Adormeci no caminho entre Shangai e Wuzhen, então, não tenho certeza quantos cordões de segurança nós atravessamos. As estradas em Wuzhen estavam vazias, e as nuvens foram dispersas (ou podem ter se sumido naturalmente). O tempo estava ensolarado, quase gelado e os locais calorentos estavam embrulhados em casacos e cachecóis.

O primeiro dia da conferência foi de matar.

A Conferência começou às oito da manhã, terminando às 11:30 da noite. “Eu quase morri” ©. Porém, eu conheci muita gente interessante 🙂 e fiz um anúncio de negócios importante.

No segundo dia, consegui separar um tempinho para perambular nesse lugar incrível como turista. Foi bem interessante. Na Internet, Wuzhen é chamada de “A Veneza chinesa”. Sim, no início é bem parecida com Veneza, por causa dos canais, pontes e barcos, mas todos eles com um toque chinês e em uma escala muito menor. Você pode andar por toda a cidade histórica em 2 ou 3 horas, e isso reservando bastante tempo para fotografar.

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