TOP 100: ÁFRICA

África. A palavra por si só já evoca visões de tudo que há de exótico. Um continente excepcional, praticamente indescritível. Com diversos lugares que se enquadram na categoria must-see:

  1. Deserto do Saara

Como se precisasse ser dito: o maior deserto do mundo. Sua mente explode, gradual e intensamente, especialmente no pôr do sol (eu estava dormindo no nascer do sol). Vi o deserto na Tunísia. Areia, dunas, lagos de sal, miragens, oásis. Aí sim!
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Os olhos da terra

Como o planeta observa, er, o mundo [sic.]; digo, onde estão seus olhos? Pode parecer estranho, mas são os telescópios!

Telescópios veem em tamanhos, formas, tipos e usos diferentes: existem telescópios de rádio/gama, diversos modelos de telescópios espaciais e telescópios óticos – que medem mais de um metro de diâmetro.  Desses últimos, apenas algumas dezenas ou centenas ainda existem no mundo. No entanto, os poucos que sobraram, estão em locais adequados. Na verdade, para ser preciso, temos apenas três. Eles podem ser encontrados no Havaí, Deserto do Atacama ao norte do Chile (ainda não estive lá) e nas Ilhas Canárias (estive lá em um rápido fim de semana). Todos os três locais possuem bastante ar puro e seco e condições climáticas estáveis, além de estarem distantes de possíveis ofuscamentos por conta da cidade – condições astronômicas e climáticas ideais.

Em Tenerife, na semana passada, depois da SAS 2016, decidimos que iríamos dar uma olhada nesses grandes telescópios. Já que estávamos lá esperávamos ter um papo com os astrônomos/astrofísicos, saber como os aparelhos funcionam, e tirar as fotos de sempre (onde quer que fosse permitido; no fim era permitido em quase todos os lugares :).

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3 em 1: história, inovação e viagem de negócios

Vou a diversos lugares remotos nesse planeta, mas às vezes alguns deles são bem… previsíveis: capitais, cidades de financeiras, lugares imperdíveis muito conhecidos… Mas ocasionalmente também chego em lugares menos óbvios.

Por exemplo: Sviyazhsk já ouviu falar? Acho que não!

Bem, é uma cidade antiga, agora um vilarejo, localizada na confluência entre os rios Volga e Sviyaga.


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De acordo com nosso ótimo guia da excursão (normalmente, confio mais em bons guias do que na Wikipédia), a história resumida da cidade é a seguinte: Leia em:3 em 1: história, inovação e viagem de negócios

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Ducha erótica

Na semana passada, fiquei no hotel Déjà Vu perto do complexo de esqui Sviyaga, na cidade de Cazã (dita a terceira capital da Rússia, depois de Moscou e São Petersburgo). E por mais que estivesse sozinho no quarto, a ducha foi sem dúvida projetada para duas pessoas. Tenho de dizer que foi a primeira “ducha erótica” que já vi, considerando todos os hotéis em que já me hospedei. Bem inovador. Ótima ideia!

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Melhores notas em testes – quinto ano na disputa!

Mais rápido, confiável, tecnológico, e claro, o mais modesto…

…Sim, você adivinhou, esses somos nós, pessoal – DE NOVO!

Fomos premiados como “Produto do Ano” mais uma vez mais pelo laboratório de testes independentes austríaco AV-Comparatives. Tirando nota máxima @AV-C, o que está se tornando uma tradição anual de janeiro: 2011, 201220132014 e agora em 2015! Uhul!

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Agora um pouco sobre como determinam o vencedor…
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Kilimanjaro: um verdadeiro caminho verde

Uma viagem a África implica uma grande carga de surpresa e diversão – não importa qual parte dela você visita. Estávamos prontos para as surpresas na nossa viagem de inverno ao Kilimanjaro, mas não estávamos prontos para isso: acres e acres de terra fértil com todos os tipos de árvores e vegetais crescendo por todo lado!

No nosso primeiro dia, na Tanzânia, pegamos a balsa do aeroporto para um acampamento base aos pés do Kili, seguindo a estrada mais irregular, fomos cercados por vários abetos. Bem pareciam abetos pelo menos…

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…o tronco parecia de abetos, mas os galhos… Com o que eles pareciam? Não sei. Algum tipo de Thuja.

Mais impressionante ainda, todos os vegetais crescem: cenoura, batatas, abóboras e abobrinhas e mais!… Quem diria? Na África?

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Carregadores do Kilimanjaro

Enquanto nós, turistas, carregamos a nós mesmos, além do mínimo necessário para uma escalada de uma semana ao Kilimanjaro, o resto dos kits foram levados por carregadores locais, que não estão nenhum pouco insatisfeitos com a situação, já que o pagamento não é ruim.

Então, enquanto carregávamos nossas coisas a prova d’água e equipamento fotográfico, os carregadores trasportavam grandes bolsas contendo barracas, sacos de dormir, esteiras de dormir, comida, água, e todos os tipos de peças e bastões – normalmente nas mãos.

Fomos orientados para carregar no máximo 15kg de kit turístico, e isso em além dos próprios kits dos carregadores (todos eram homens). Nossa guia explicou: “15 kg é considerado uma carga grande para um homem adulto. Eles tendem a carregar as coisas na cabeça, e é assim que eles estão acostumados a transportar as coisas – é mais conveniente para eles.”

A guia continuou:

“O trabalho de carregador é bem concorrido – não é um trabalho tão árduo, enquanto, o pagamento é relativamente melhor do que os outros tipos disponíveis na região. Graças a isso, o parque possui uma política de encorajar a contratação de muitos trabalhadores para serem empregados como carregadores (por isso os 15 kg por carregador), tem bastante trabalho disponível (para homens em forma). Uma boa política para os locais, um pouco mais caro para os turistas.”

Vimos essa política em ação: para nosso grupo foram designados 30 carregadores! É assim que as coisas são em Kili.

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Sacudindo o barranco!

Escalar a parede de lava do Barranco do Kilimanjaro foi de longe a parte mais legal da nossa escalada de uma semana ao vulcão mais alto da África – isso depois da caminhada final ao topo pelo ponto Stella Artois. Éo bucking broncoof Kili –  já que é tão fácil cair, quanto dar um passo (!): 300 metros de parede elevada (ou o que parece de início)…

Aqui está ela:

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Conquistando o Kilimanjaro

Agora os detalhes da nossa expedição ao topo do Kilimanjaro: fotos, comentários, impressões e descobertas….

Apontar, preparar, ir!…

Dia 1: Portão Lemosho – Mti Mkubwa

  • Altitude: 2400m > 2800m
  • Distância: 4 km
  • Velocidade média: 2km/h

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E lá vamos nós. Ahhhh, tão legal estar na África na véspera de Natal. Com Moscou toda enterrada em neve, a Europa Ocidental fria, molhada e miserável, que lugar melhor para estar? 🙂

Nosso primeiro dia foi bem equatorial para entrar no espírito africano…
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Ho, Ho, Ho: Kilimanjaro!

Durante o Natal (“ho ho ho”) nada melhor que… escalar um vulcão na África? Essa foi minha inquietação em novembro do ano passado…

…. Avançando seis semanas, lá estava eu no pico do Kilimanjaro!

“O primeiro estágio da doença de altitude é a euforia: o indivíduo fica animado, excitado, amável, falante… quase em êxtase. O segundo estágio é a letargia: a pessoa fica desanimada, triste, entediada, quieta e molenga, sem qualquer vontade de conversar ou empatia.”

Essas foram as notas que escrevi baseadas na conversa com o guia na Tanzânia, O.R., logo depois que chegamos ao país. No entanto, ela deixou o próximo estágio de fora (acho que ela não queria nos assustar); então me permita completar: o terceiro estágio é fatal: uma piora rápida do estado físico e mental de alguém e… hmmm, que nem a O.R., eu prefiro não comentar. Deixe-me mencionar o que você precisaria ao se aproximar do próximo estágio: máscaras de oxigênio, medicina injetável e chamar um helicóptero de serviço de emergência.

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Leia em:Ho, Ho, Ho: Kilimanjaro!