Ducha erótica

Na semana passada, fiquei no hotel Déjà Vu perto do complexo de esqui Sviyaga, na cidade de Cazã (dita a terceira capital da Rússia, depois de Moscou e São Petersburgo). E por mais que estivesse sozinho no quarto, a ducha foi sem dúvida projetada para duas pessoas. Tenho de dizer que foi a primeira “ducha erótica” que já vi, considerando todos os hotéis em que já me hospedei. Bem inovador. Ótima ideia!

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Melhores notas em testes – quinto ano na disputa!

Mais rápido, confiável, tecnológico, e claro, o mais modesto…

…Sim, você adivinhou, esses somos nós, pessoal – DE NOVO!

Fomos premiados como “Produto do Ano” mais uma vez mais pelo laboratório de testes independentes austríaco AV-Comparatives. Tirando nota máxima @AV-C, o que está se tornando uma tradição anual de janeiro: 2011, 201220132014 e agora em 2015! Uhul!

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Agora um pouco sobre como determinam o vencedor…
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Kilimanjaro: um verdadeiro caminho verde

Uma viagem a África implica uma grande carga de surpresa e diversão – não importa qual parte dela você visita. Estávamos prontos para as surpresas na nossa viagem de inverno ao Kilimanjaro, mas não estávamos prontos para isso: acres e acres de terra fértil com todos os tipos de árvores e vegetais crescendo por todo lado!

No nosso primeiro dia, na Tanzânia, pegamos a balsa do aeroporto para um acampamento base aos pés do Kili, seguindo a estrada mais irregular, fomos cercados por vários abetos. Bem pareciam abetos pelo menos…

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…o tronco parecia de abetos, mas os galhos… Com o que eles pareciam? Não sei. Algum tipo de Thuja.

Mais impressionante ainda, todos os vegetais crescem: cenoura, batatas, abóboras e abobrinhas e mais!… Quem diria? Na África?

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Carregadores do Kilimanjaro

Enquanto nós, turistas, carregamos a nós mesmos, além do mínimo necessário para uma escalada de uma semana ao Kilimanjaro, o resto dos kits foram levados por carregadores locais, que não estão nenhum pouco insatisfeitos com a situação, já que o pagamento não é ruim.

Então, enquanto carregávamos nossas coisas a prova d’água e equipamento fotográfico, os carregadores trasportavam grandes bolsas contendo barracas, sacos de dormir, esteiras de dormir, comida, água, e todos os tipos de peças e bastões – normalmente nas mãos.

Fomos orientados para carregar no máximo 15kg de kit turístico, e isso em além dos próprios kits dos carregadores (todos eram homens). Nossa guia explicou: “15 kg é considerado uma carga grande para um homem adulto. Eles tendem a carregar as coisas na cabeça, e é assim que eles estão acostumados a transportar as coisas – é mais conveniente para eles.”

A guia continuou:

“O trabalho de carregador é bem concorrido – não é um trabalho tão árduo, enquanto, o pagamento é relativamente melhor do que os outros tipos disponíveis na região. Graças a isso, o parque possui uma política de encorajar a contratação de muitos trabalhadores para serem empregados como carregadores (por isso os 15 kg por carregador), tem bastante trabalho disponível (para homens em forma). Uma boa política para os locais, um pouco mais caro para os turistas.”

Vimos essa política em ação: para nosso grupo foram designados 30 carregadores! É assim que as coisas são em Kili.

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Sacudindo o barranco!

Escalar a parede de lava do Barranco do Kilimanjaro foi de longe a parte mais legal da nossa escalada de uma semana ao vulcão mais alto da África – isso depois da caminhada final ao topo pelo ponto Stella Artois. Éo bucking broncoof Kili –  já que é tão fácil cair, quanto dar um passo (!): 300 metros de parede elevada (ou o que parece de início)…

Aqui está ela:

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Conquistando o Kilimanjaro

Agora os detalhes da nossa expedição ao topo do Kilimanjaro: fotos, comentários, impressões e descobertas….

Apontar, preparar, ir!…

Dia 1: Portão Lemosho – Mti Mkubwa

  • Altitude: 2400m > 2800m
  • Distância: 4 km
  • Velocidade média: 2km/h

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E lá vamos nós. Ahhhh, tão legal estar na África na véspera de Natal. Com Moscou toda enterrada em neve, a Europa Ocidental fria, molhada e miserável, que lugar melhor para estar? 🙂

Nosso primeiro dia foi bem equatorial para entrar no espírito africano…
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Ho, Ho, Ho: Kilimanjaro!

Durante o Natal (“ho ho ho”) nada melhor que… escalar um vulcão na África? Essa foi minha inquietação em novembro do ano passado…

…. Avançando seis semanas, lá estava eu no pico do Kilimanjaro!

“O primeiro estágio da doença de altitude é a euforia: o indivíduo fica animado, excitado, amável, falante… quase em êxtase. O segundo estágio é a letargia: a pessoa fica desanimada, triste, entediada, quieta e molenga, sem qualquer vontade de conversar ou empatia.”

Essas foram as notas que escrevi baseadas na conversa com o guia na Tanzânia, O.R., logo depois que chegamos ao país. No entanto, ela deixou o próximo estágio de fora (acho que ela não queria nos assustar); então me permita completar: o terceiro estágio é fatal: uma piora rápida do estado físico e mental de alguém e… hmmm, que nem a O.R., eu prefiro não comentar. Deixe-me mencionar o que você precisaria ao se aproximar do próximo estágio: máscaras de oxigênio, medicina injetável e chamar um helicóptero de serviço de emergência.

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TOP-100: ÁSIA

O que recomendo em meu Top-100 no resto da Ásia, fora a China e o Oriente Médio? Aqui vamos…

62. Taj Mahal, Índia.

Um mausoléu feito de mármore branco – a tumba da esposa favorita do Imperador Mogol Shah Jahan. Se você olhar mais de perto no Google Maps, aqui, no outro lado do rio do lado oposto ao Taj Mahal, você pode ver traços da preparação de um segundo Taj Mahal. Esses vestígios representam o quão longe os planos para um prédio espelhado no mausoléu chegaram – o prédio reflexo seria de mármore preto. Reza a lenda que o Império Mogol simplesmente não possuía os recursos necessários para financiar o gasto desse túmulo fora de proporções, então o padishah (imperador) foi deposto por seus assistentes, o que trouxe o projeto de seu Taj-2 a uma parada abrupta.

Um local mágico, especialmente, se o contrastarmos com seus arredores rurais menos régios. Recomendo um tour individual com guia pessoal e minivan de modo a evitar ser chacoalhado violentamente em um ônibus comum.

Detalhes aqui (fotos. Texto em russo.)

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Chuva de Banana

Sempre acreditei que as bananas se encaixavam em uma das três categorias: com casca, sem casca e bem… frita 🙂 Claro, que também existem bananas de tamanho normal e as pequenininhas (bem mais gostosas).

Uma visita à Tanzânia literalmente abriu meus olhos – acontece que o tema relacionado às bananas é bem maior, complicado e diverso do que imaginei.

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Essa é a vista que fizemos nas barracas de frutas e verduras à beira da estrada.
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